O Mela-Cueca

Jornalista é aquele que informa. Mas deformar virou regra. Interpretar fatos para cumprir a pauta que o patrão exige. Ou criar fatos.

O dono do veículo de comunicação defende o “patrocinador”. Isso agora inclui aqueles que garantirão rendimentos mais altos, mesmo que seja necessário vender a alma ao diabo e a mãe aos chineses. A farra do boi foi interrompida.

O governo Bolsonaro cortou a verba pública e as negociatas que envolviam transmissões esportivas e até construção de museu para garantir o “Amanhã” da turma que não larga a mão de ninguém.


Os governantes garantiam o poder com o dinheiro público em campanhas publicitárias veiculadas nas emissoras de TV, jornais, rádios. E se foram distribuídas emissoras de rádio e TV para políticos , correligionários, sindicatos, o negócio foi ampliado através de fundações e instituições de ensino até para integrantes do Judiciário.

Um esquema que até o diabo tem dificuldades para assimilar.

Imagine que dessas faculdades saem jornalistas. Não precisa saber Português, nem ler o mínimo, se não souber escrever, pouco importa. Em muitas emissoras de TV o repórter agora já leva o texto pronto. O que interessa é ser da turma: militar pela pauta globalista de esquerda.

Em veículo impresso a coisa segue a mesma linha. Por exemplo, jornalista do outrora conceituado O Estado de São Paulo, tem como currículo ser filha de funcionário de alto escalão da Globo e passar para jornais internacionais informações que “fonte passou pra ela” sobre o caso Queiroz. Tudo para cumprir a pauta: minar o governo Bolsonaro.

Em conversa com jornalista francês, além do “ingreis nível Sérgio Agouro”, do outro lado da linha é nítida a dúvida do gringo, ao ouvir uma criatura dando risinhos infantiloides e tratando do conteúdo , o caso Queiroz em nível “debiloide”.

O quadro de surrealismo na imprensa brasileira é tamanho que o profissional além de deformar a informação, de ser militante profissional cumprindo pauta política, age de forma criminosa sem a menor cerimônia. Um fulano de tal J.P. Cuenca, que é comunista, digo, colunista no “The Intercept”, do Glenn “Verdevaldo”, mantinha uma coluna quinzenal na Deutsche Welle Brasil.

A Deutsche Welle é uma emissora alemã com público e foco em quem está fora dos países de língua alemã.

No Brasil a sede da DW é no Rio de Janeiro. A emissora não apoia a Direita e muito menos o governo Bolsonaro. Mas a ameaça explícita e os abusos que remetem a incitação ao crime não são tolerados. A demissão foi correta. Espero que tenha sido por justa causa.

O deputado Eduardo Bolsonaro informou que vai tomar as medidas legais cabíveis contra o ex-colunista da Deutsche Welle. Se ficar desempregado, o Mela- Cueca pode tentar uma vaga na Globo.

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