Memória… a metrópole da Confederatio Helvetica

Que se repete todos os anos no ciclo permanente do Universo, da Natureza e suas nuances e espécies.

Querendo ou não, passaremos todos, insignificantes…

Quem são esses que querem poder e o controle de tudo?

Ora, meros alucinados, seja o seu parente próximo ou o vizinho que mora ao lado, o colega de classe, de trabalho, o chefe, o político, o grupo que detém o poder…

Mas… não são nada além do pó ao qual retornarão e não serão lembrados.

Os anos passam. Os milhões de anos passarão e bilhões como a Idade da Terra…

O Criador que não está no Tempo, no Universo ou nas Criaturas tudo determinou, até nos detalhes: o que decidimos naquilo que chamam de livre arbítrio.

As coisas são como têm que ser.

Portanto viva em plenitude a sua própria vida.

Livre-se de tudo que aperta o coração e te derruba e te inveja e te faz sofrer.

Livre-se das amarras, dos que te amarram, te prendem ao solo e te impedem de alçar voos.

Não importa que você dê com os burros n’água. Ninguém nasce sabendo.

Chute a macumba, respire fundo, não fuja de você mesmo, a sua única companhia na chegada e na partida é você mesmo.

Olhe para si mesmo, você sempre encontrará tesouros… caso você não seja do grupo “mal agouro” que circula pelo lado escuro e abjeto do mundo. Aí não adianta: “pau que nasce torto, morre torto”.

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