A feiura intrínseca da Esquerda


A semana que passou foi farta em exemplos do modus operandi esquerdista.
Em meio a muitos esgares de rancor e ranger de dentes por verem suas mais “tenebrosas transações” (para usar um trecho de uma composição de um dos seus ídolos-mor) expostas à luz fria dos fatos, pude constatar, mais uma vez:
Como são feios! Putzgrila, como diziam os homens do Cretáceo superior.
Mas feios MESMO, de uma forma que transcende o meramente estético.
Pois há gentes que, mesmo desprovidas de atrativos físicos, irradiam uma aura de bondade que, se não as tornam belas, suavizam seus traços com a presença de uma alma benevolente.
Esquerdistas contumazes não.
Aqueles que venderam a alma – e não consigo pensar numa expressão mais adequada – à essa ideologia maligna, como que exsudam seus venenos de suas almas e corações mofados para o corpo.
É como se maldade tóxica pela qual são possuídos necessitasse de um “espaço vital”.
E, como Deus não dá asas a cobras, essa fealdade manifesta permite que nós os reconheçamos com certa facilidade, admito.
Há um conto de Stephen King que se passa num futuro próximo e que relata uma invasão de aliens maléficos que se disfarçavam entre os humanos.
Alguns poucos podiam vê-los em suas reais carantonhas hediondas graças à um curioso efeito politicamente incorreto: somente os raros humanos que ainda fumavam conseguiam.
Sorte a nossa que basta uma sessão na Câmara e alguns tweets para que eles próprios se desmascarem.

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