3 de março de 2024
Colunistas Joseph Agamol

Bolsonaro, Trump e a Globo não deixaram o Brasil ganhar o Oscar!

Foto: Arquivo Google – Olhar Digital

Tudo armação, amigos e vizinhos: patranha, potoca, patacoada. A verdade é essa aí, ó: preocupados com a gigantesca popularidade do documentário brasileiro, Bolsonaro, Trump e a Globolixo se ALIARAM e COMPRARAM O OSCAR!
Explico toda a trama.

A audiência MASSIVA do documentário, visto por cerca de 725 milhões de brasileiros, e pelo menos 3 vezes por cada um, mais os 4 bilhões e meio de estadunidenses – quem chama de “americanos” é alienado, americanos somos todos nós! – que TAMBÉM o assistiram, causou IMENSA preocupação em Bolsonaro e Trump.
Bolsonaro percebeu que seus planos malignos para transformar o Brasil em uma ditadura fundamentalista-militar, com Olavo de Carvalho nomeado novo Papa, corriam sérios riscos: o país inteiro só falava do documentário, tema de debates em bares, programas de televisão, salões de manicure…
As tradicionais mesas-redondas sobre futebol foram substituídas por LIVES transmitidas pelo Facebook, e assistidas por milhões AO VIVO, comandadas por Googa Chácara, e transmitidas em vários horários pela Netflix.
Nos bares só se falava sobre o documentário e, pela primeira vez, o povo não decorou a escalação do seu time de futebol: aprendeu a recitar de cor toda a equipe técnica que trabalhou no filme.
Isso incomodou profundamente a Rede Globo, que viu sua audiência DESPENCAR – ninguém mais queria ver os jogos do Flamengo, por exemplo.
Os brasileiros, politizados e conscientizados tardiamente pelo documentário, foram às ruas EM MASSA, EXIGINDO a recondução do ex-presidente Lola ao cargo, e indicando Deelma como a nova Mama – , sim, “Mama”, porque Papas representam a opressão burgo-macho-fascista sobre o proletariado.
O presidente Ronald Trump sentiu o golpe. Liderados pelo líder Bernie Taupin, e após perceberem a mensagem libertadora do documentário brasileiro contra TODAS – quer dizer, QUASE TODAS – as ditaduras, os americanos ameaçaram invadir o Congresso e reabrir o processo de impeachment contra Trump NA MARRA.
A reunião selando o acordo espúrio foi realizada na Havan de Campinas – nela, ficou estabelecido que o Bolseiro, Trump e a Globo pagariam 424 quaquilhões de dólares à organização do Oscar para dar o prêmio de melhor documentário para o segundo lugar.
(Só depois Trump ficou sabendo que o segundo lugar era dos Obama, que droga.)
Em troca, o Brasil ganharia o direito de, pela primeira vez na História, sediar a cerimônia do Oscar, que será realizada ano que vem, em Brasília.
Os dragões serão recrutados entre a esquerda.
Ah, se os brasileiros soubessem o que rolou na premiação do Oscar, ficariam ENOJADOS…
Joseph Agamol

Professor e historiador como profissão - mas um cara que escreve com (o) paixão.

Professor e historiador como profissão - mas um cara que escreve com (o) paixão.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *