Foto: Arquivo Google – Glamurama – UOL
Em 2011, no lançamento do filme ‘Melancolia’, Lars Von Trier disse “entender e simpatizar com Hitler”.
A declaração aconteceu numa badalada coletiva de imprensa para promoção do filme.
‘Festivantes’ habitués do Festival de Cannes se disseram chocados e, claro, a declaração correu o mundo.
Resultou em matérias por dias.
Falou-se da infância do cineasta na era nazista, seus pais,família e amigos.
Então, na sequência, o diretor já satisfeito com a extensão da ‘pub’, divulgou um e-mail para a imprensa com pedido de desculpas. Caso encerrado! Não se fala mais nisso.
O filme ‘bombou’ nas bilheterias e todo mundo esqueceu o “choque”.
Dizer por aí que o estúpido vídeo e o plágio textual nazi do Alvim teve impacto internacional negativo para o Brasil é a maior tolice. Presunçosa tolice!
E põe tolice nisso!!
Se os resistentes se mostraram tão chocados com a estultice do Alvim repercutir internacionalmente contra o pais, é porque dele esperavam algo ‘maior’, do tamanho de um Lars von Trier.

