5 de março de 2024
Adriano de Aquino Colunistas

Querias!

Foto: Arquivo Google – Glamurama – UOL

Em 2011, no lançamento do filme ‘Melancolia’, Lars Von Trier disse “entender e simpatizar com Hitler”.
A declaração aconteceu numa badalada coletiva de imprensa para promoção do filme.
‘Festivantes’ habitués do Festival de Cannes se disseram chocados e, claro, a declaração correu o mundo.
Resultou em matérias por dias.
Falou-se da infância do cineasta na era nazista, seus pais,família e amigos.
Então, na sequência, o diretor já satisfeito com a extensão da ‘pub’, divulgou um e-mail para a imprensa com pedido de desculpas. Caso encerrado! Não se fala mais nisso.
O filme ‘bombou’ nas bilheterias e todo mundo esqueceu o “choque”.
Dizer por aí que o estúpido vídeo e o plágio textual nazi do Alvim teve impacto internacional negativo para o Brasil é a maior tolice. Presunçosa tolice!
E põe tolice nisso!!
Se os resistentes se mostraram tão chocados com a estultice do Alvim repercutir internacionalmente contra o pais, é porque dele esperavam algo ‘maior’, do tamanho de um Lars von Trier.

Adriano de Aquino

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

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