29 de fevereiro de 2024
Adriano de Aquino Colunistas

Apocalípticos pedem um meteoro mas aceitam um vírus


Em geral esses seres acreditam que tudo conspira contra a humanidade.
Só ele é um defensor confiável!
“A China anunciou que, nas últimas 24 horas, não registrou nenhum caso de transmissão local do novo coronavírus pela primeira vez, desde o início da epidemia de Covid-19 no país, há três meses. Os casos mais recentes foram importados”NYT.
A Índia informou ter controle sobre a transmissão e que sete pacientes internados em um hospital de Nova Déli com coronavírus tiveram alta com o coquetel de antivírus administrado.
O número de infectados e os óbitos registrados nos dois países mais populosos do mundo, alertam para os cuidados a serem tomados para que a pandemia seja contida no mais curto espaço de tempo possível e causem menores danos às populações.
Todavia, para a tribo apocalíptica toda informação que vem da Ásia é suspeita e a China é uma usina de mentiras.
Eles são adeptos da visão de que todo mal do mundo vem dos asiáticos.
Pouco importa o que setores de inteligência dos governos transmitam às autoridades nacionais.
Eles suspeitam que o monitoramento de tudo pelas agencias de informação – que sabem até a marca do papel higiênico que o ‘apocalíptico’ estocou em casa – é parte do plano diabólico dos asiáticos para arrasar a humanidade… em conluio com os donos de laboratórios e os capitalistas do Ocidente.

Adriano de Aquino

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

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