21 de abril de 2024
Adriano de Aquino Colunistas

A lógica do terror

A guerra entre Israel e o Hamas.

Postagem da Reuters : “O Hamas apresentou uma proposta de cessar-fogo em Gaza aos mediadores e aos EUA que inclui a libertação de reféns israelenses em troca da liberdade dos prisioneiros palestinos, centenas dos quais cumprem penas de prisão perpétua por ações terroristas.”

O senador dos EUA, Chuck Schumer se enquadra nos argumentos da Lógica do Terror.

Ele apresentou uma proposta no Congresso americano convocando “novas eleições” em Israel , criticando duramente o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu como um obstáculo à paz.”

Schumer é mais um ‘bem intencionado’ a serviço da estratégia do Hamas de minar o poder de autodefesa de Israel e paulatinamente arrasar o país.

Ora, o objetivo principal do Hamas é tocar o terror e depois correr para abraçar os defensores de um cessar fogo em prol da paz(sic).

Ao perceber que as forças de Israel estão causando grandes perdas no núcleo de comando do Hamas, a lógica do terror, lança mão do artifício de um cessar fogo humanitário(sic), com a troca de reféns civis israelenses, portanto, não combatentes, por um batalhão inteiro de terroristas do Hamas, para reforçar as fileiras da organização terrorista, destruídas por Israel.

A nota não esclarece o montante de palestinos presos em Israel que não atuam como agentes do Terror.

E mais.

Esse arremedo de cessar fogo em beneficio do Terror, aponta para “o Hezbollah planeja uma possível ofensiva no sul do Líbano, e as crescentes investidas do Iran no cenário da guerra.”

O que esses farsantes,que fingem desejar a paz na região, não conseguem esconder é que para eles, ela- a PAZ- só será possível colocando Israel de joelhos,sua submissão e a quebra do poder de defesa de Israel, independentemente de quem seja o Primeiro Ministro.

Adriano de Aquino

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

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