3 de julho de 2022
Colunistas Paulo Antonini

A derrocada da nossa civilização

Estamos assistindo passivamente a derrocada da nossa civilização sem esboçarmos a menor reação.

Dois mil anos  da cultura cristã judaica sendo apagada com a cumplicidade e chancela da própria vítima, o mundo ocidental, paralisado e amordaçado pelo politicamente correto, que há décadas, através do marxismo cultural, domina a educação, cultura, mídia e, até mesmo, a formação de políticos, principalmente, os grandes chefes europeus.

Estamos no ápice dessa dominação e doutrina. A última e derradeira estocada foi no coração da vítima. Dominaram o Vaticano, com a trama urdida para a renúncia do Papa Bento e a eleição do comunista Francisco, planejada por Obama e outros globalistas, e, a inacreditável tomada do poder na maior democracia de nossa civilização, EUA, através de uma fraude anunciada, porém,  consentida e ignorada.

Por sua vez, a ONU, há muitos anos nas mãos desses criminosos, e seus puxadinhos, OMS, UNICEF, entre outros, criaram um caminho de escravidão para a humanidade sem precedentes.

A melhor ilustração desse movimento é a instauração, sob o domínio do medo, do controle total sobre os passos e trajetos que o cidadão mundano pode e deve seguir.

O planejamento dessa farsa da pandemia do Sars 2, em conluio com a China comunista e os globalistas, não foi ao acaso ou repentina, vem de anos e anos de tentativas e estradas pavimentadas para isso. Estabeleceram o pânico, mentes foram sequestradas do seu, mínimo propósito de pensar e raciocinar dentro do bom senso e razoabilidade. Reinventaram a biologia nos empurrando um experimento, satânico e milionário, onde, enriqueceram e atingiram seus propósitos satanistas.

Por mais que, esclarecidos e contrários a essa trama tentem alertar a população do planeta sobre os riscos que estão se submetendo, poucos lhes dão ouvidos.

Imagem: Google Imagens – Instituto Rothbard

Além, dessas correntes, serem canceladas, alguns, mesmo, assassinados fisicamente, passam a ser taxados de negacionistas e contrários a ciência. O pitoresco é que são laureados cientistas e, muitos, ganhadores de prêmios por suas pesquisas, mas que no momento, não servem mais aos desígnios desses salvadores de vidas.

Temos centenas de publicações de estudos demonstrando a eficácia de tratamentos demonizados pelas mídias e laboratórios, irmanados nesse conluio, e, por outro lado,  mostram o passo a passo dos malefícios e efeitos do experimento que chamam mentirosamente de vacinas e, ainda assim, por um mistério, as pessoas preferem crer em seus algozes. Seria a tal Síndrome de Estocolmo?

Quantas vidas mais precisarão se perder? Quantas pessoas mais sofrerão ataques cardíacos ou gestantes perderem seus fetos?

Estamos presenciando ao vivo, através de transmissões esportivas, atletas desmaiando nas arenas de combate como nunca acontecera antes e, pasmem, alegam que não há nenhuma ligação com  os experimentos e, que, se algo do gênero sucede, o benefício é muito maior.

Se examinarmos esse benefício, nos deparamos, com uma taxa assustadora de internações e óbitos de pessoas vacinadas, muitas, com a terceira dose. Como diria Stanislaw, “É  o samba do crioulo doido”.

Assim caminha a humanidade e nesse momento, não sabemos onde irá dar esse espinhoso caminho. Espera-se, que possamos sair dessa letargia mental em que nos encontramos e, com coragem, deixemos um mundo de esperança e liberdade para nossos descendentes, se é, que virão a existir.

Paisagista bailarino e amante da natureza. Carioca da gema, botafoguense antes do Big Bang.

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