Bolsonaro acerta ao se inspirar em Trump para questões tributárias


Pré-candidato do PSL à Presidência, o deputado federal Jair Bolsonaro (RJ) afirmou, em sabatina do jornal “Correio Braziliense”, que é natural a desconfiança do mercado sobre sua candidatura, mas prometeu que não fará imposto sobre grandes fortunas e nem sobre heranças.
Ele disse que é possível reduzir a carga tributária fazendo entrar “dinheiro novo” no Brasil. E que se inspira no modelo executado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que reduziu o imposto de renda para empresas.
“Essas medidas de tributar mais, tentar tirar de quem está produzindo a duras penas… Se depender de mim, ninguém mais vai ser tributado, muito pelo contrário”, disse Bolsonaro, que lidera todas as pesquisas de intenção de voto nos cenários em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, hoje preso em Curitiba, é excluído.
Bolsonaro afirmou que sua reforma tributária já está pronta, mas só será divulgada no momento adequado. “Minha reforma será das piores porque vai ser verdadeira”, disse.
Sobre a entrada de dinheiro novo no Brasil, Bolsonaro afirmou que isso ocorreria com a exploração de recursos minerais, estímulo ao turismo aumento e com a desregulamentação do país para incentivar a economia.
Bolsonaro falou que em vez de programas como “meu primeiro emprego”, seria interessante ter um programa como “minha primeira empresa”, para todos sentirem o que é ser empresário no Brasil. Colocar-se no lugar dos que criam riquezas e empresas seria um grande avanço para o país.
Sobre privatizações, Bolsonaro novamente saiu pela tangente, alegando que ainda precisa estudar mais, saber quem vai financiar o setor rural e a que taxas se venderem o Banco do Brasil, afirmou que a Petrobras é considerada por ele “estratégica”, e disse que o BNDES não pode mais ficar emprestando para os amigos no país e ditaduras comunistas no exterior.
Vejam na íntegra a entrevista:

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