1 de julho de 2022
Colunistas Junia Turra

Johnny Depp é realmente um herói dentro de um contexto de resistência

Maus tratos na infância: tortura psicológica. Virou ator.

O personagem principal em Piratas do Caribe era esperado especialmente na ala infantil da oncologia nos hospitais.

Quando Hollywood cancelou Woody Allen e Roman Polanski, ele se negou a compactuar com o esquema sórdido.

Fã e amigo incondicional de ambos os cineastas, participou de filmes do diretor americano de Manhattan e se tornou amigo pessoal de Roman e da mulher dele, a atriz francesa Emmanuele Seigner, tendo vivido com maestria personagens do diretor polonês. Ironicamente, uma das atuações mais marcantes de Depp foi no filme O Último Portal, onde seguia pistas na trilha do próprio demônio. Um suspense primoroso em que Emmanuelle Seigner é a parceira de Depp no filme.

Vítima de uma atriz de Hollywood que tentou garantir o melhor papel acabando com um grande ator, popular e reconhecido, Johnny Depp no Tribunal se despiu dos personagens, enquanto a ex mulher Amber Heard deixou claro que não nasceu para atuar com maestria em palco algum.

Johnny Depp, além de tudo é músico… Rock’n Roll…

E tem um excelente repertório.

Aliás, ele faz a diferença nesse mundinho.

Na contramão dos fakes, um herói de carne e osso que não esconde as dores, as limitações, as mazelas e tenta sempre encontrar uma forma de ir adiante, apesar dos pesares que possam aparecer. Adiante, sem desistir, tentando superar o que é negativo e sobreviver.

Johnny Depp no palco cantando Heroes, música do grande David Bowie.

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Jornalista internacional, diretora de TV, atualmente atuando no exterior.

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