5 de março de 2024
Colunistas Junia Turra

Johnny Depp é realmente um herói dentro de um contexto de resistência

Maus tratos na infância: tortura psicológica. Virou ator.

O personagem principal em Piratas do Caribe era esperado especialmente na ala infantil da oncologia nos hospitais.

Quando Hollywood cancelou Woody Allen e Roman Polanski, ele se negou a compactuar com o esquema sórdido.

Fã e amigo incondicional de ambos os cineastas, participou de filmes do diretor americano de Manhattan e se tornou amigo pessoal de Roman e da mulher dele, a atriz francesa Emmanuele Seigner, tendo vivido com maestria personagens do diretor polonês. Ironicamente, uma das atuações mais marcantes de Depp foi no filme O Último Portal, onde seguia pistas na trilha do próprio demônio. Um suspense primoroso em que Emmanuelle Seigner é a parceira de Depp no filme.

Vítima de uma atriz de Hollywood que tentou garantir o melhor papel acabando com um grande ator, popular e reconhecido, Johnny Depp no Tribunal se despiu dos personagens, enquanto a ex mulher Amber Heard deixou claro que não nasceu para atuar com maestria em palco algum.

Johnny Depp, além de tudo é músico… Rock’n Roll…

E tem um excelente repertório.

Aliás, ele faz a diferença nesse mundinho.

Na contramão dos fakes, um herói de carne e osso que não esconde as dores, as limitações, as mazelas e tenta sempre encontrar uma forma de ir adiante, apesar dos pesares que possam aparecer. Adiante, sem desistir, tentando superar o que é negativo e sobreviver.

Johnny Depp no palco cantando Heroes, música do grande David Bowie.

Junia Turra

Jornalista internacional, diretora de TV, atualmente atuando no exterior.

Jornalista internacional, diretora de TV, atualmente atuando no exterior.

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