21 de abril de 2024
Colunistas Junia Turra

A grande metáfora…

A História de Cristo tem existência comprovada.O Papa Bento XVI pesquisou por décadas os fatos reais e escreveu “Jesus de Nazaré”.

O trabalho foi reconhecido pelo mundo científico, incluindo países islâmicos Cristo é figura real, profeta, no islamismo.

O livro leva a assinatura “Joseph Ratzinger”, que é um dos maiores filósofos, pesquisadores e conhecedores das raízes, não só da Igreja Católica, mas de outras religiões.

Ratzinger, o Papa Bento XVI, era também o maior intérprete de Beethoven das últimas décadas.

Perseguido pela Teoria da Libertação, traído pelo agente duplo, hoje à frente da Igreja Católica atendendo pelo codinome Francisco, o Papa Bento XVI é um exemplo de perseverança e certeza na fé.

Quando criança, pré-adolescente, foi trancado no porão de casa com o irmão quando vieram buscá-los para ingressar na Juventude Hitlerista. Como os pais não concordaram, foram presos e torturados. Tiveram que dizer onde estavam os filhos ou eles morreriam de fome e sede.

Ratzinger e o irmão foram colocados num grupamento para limpar as armas.

E, deliberadamente, não faziam o trabalho. Foram presos várias vezes. Até que chegou o fim da guerra e novamente presos, só que desta vez pelos aliados. Mas acabaram liberados com os devidos esclarecimentos: não participaram de nenhuma ação. Muito pelo contrário.

E como os irmãos Ratzinger prometeram se tornar padres caso saíssem vivos e a guerra acabasse, promessa cumprida.

A perseguição passou a ser feita pela Teoria da Libertação. O livro sobre Cristo, sumariamente boicotado por aquela editora Sem Voz e demais seguidores da turma da TL.

A imprensa deliberadamente criou mil histórias sobre um homem modesto, reservado, grande intelectual , que se alegrava em encontrar o irmão e tomarem juntos a boa cerveja alemã.

Porque estou falando do Papa Bento XVI, hoje, sexta-feira da Paixão?

Porque ele mesmo sofrendo um golpe dentro da Igreja, mesmo sendo mantido sob total controle, nunca perdeu a fé.

Quando perguntado se a Igreja de Cristo morreria diante da atuação do atual ocupante do trono de Pedro, diante de um atentado na Síria, na região de cristãos quando disse que o Vaticano se responsabilizaria por um grupo de sobreviventes, entre eles crianças que ficaram órfãs, Bento XVI ouviu todo o relato do ocorrido…

A documentação para os sobreviventes do atentado foi providenciada. Dias depois, começou a transmissão ao vivo. Os sobreviventes seriam levados para a Europa.
Mas não havia cristãos, e sim islâmicos. Nenhuma pergunta da imprensa. O que aconteceu com o grupo de cristãos? Onde eles estavam?

O fiel repetiu a pergunta a Bento XVI:

– “A Igreja Católica agoniza e vai acabar? É o final ? “

– “Não” , disse Bento XVI. Ainda que voltemos ao início, seremos 12, e eu serei um deles, a Igreja de Cristo jamais morrerá”.

Por que estou falando do Papa Bento XVI no dia da Paixão de Cristo?

Para lembrar que são dois mil anos de História. Que milhares, apóstolos, santos, fiéis foram crucificados, apedrejados, torturados, presos, lutaram e deram suas vidas pela Igreja Católica Apostólica Romana.

O tempo passa, ocupantes do trono, bons e maus, passam…

Mas a Igreja fica, porque o milagre da Morte e Ressurreição está presente.

Cristo morreu por nós.

E cada um de nós, se pensar nas próprias dores, vai se lembrar que morreu muitas vezes com traições, maledicências, maldades, inveja e tanta coisa mais…

E ainda que arrebentado pela dor, continua vivo…

E que um dia, ao deixar esse mundo, no encontro final consigo mesmo, dará sequência na Eternidade que nos cabe com a Luz e o Amor.

Não foi em vão.

Reflita.

Junia Turra

Jornalista internacional, diretora de TV, atualmente atuando no exterior.

Jornalista internacional, diretora de TV, atualmente atuando no exterior.

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