23 de abril de 2024
Colunistas Ilmar Penna Marinho

A violência política devora o futuro do Brasil

A humanidade vive atemorizada pela violência política, ameaçadora da paz mundial.

O cotidiano do noticiário nacional e internacional não cansa de propagar notícias pessimistas e desalentadoras num conluio jornalístico para manter o suspense do medo do futuro adverso.

Por toda parte, a violência impera, às custas da omissão do Estado ou a mando do crime organizado contra a população indefesa, à mercê do salvem-se-quem puder.

Segundo levantamento da ONU, foram 458 mil homicídios registrados no mundo, sendo 10,4% deles no Brasil, numa média 52 vítimas por hora.

Sem o permanente e eficaz combate à violência, ela devorará o futuro do mundo.

No dia 1º de março, o novo Ministro da Justiça e da Segurança Pública discursou no Planalto que: “o combate à criminalidade e à violência, para ter êxito, precisa ir além de uma permanente e enérgica repressão policial, demandando a execução de políticas públicas”.

Garantiu que todas as ações serão realizadas com “estrito respeito dos direitos e garantias fundamentais dos investigados e acusados, especialmente, no que concerne o direito à ampla defesa, ao contraditório e ao devido processo legal”.

É possível acreditar de que todas as ações terão êxito num pais que é governado por um ex-atrás-das-grades, cuja rotina das comunicações do governo é a improvisação das mentiras de um “Brasil melhor para o povo”, que, de tanto serem repetidas demagogicamente, tentam encobrir a verdade de um passado vergonhoso de ex-mandatos presidenciais, devastados por gigantesca corrupção impune e ruinosa gestão pública.

O ex-adversário derrotado do atual mandatário vem sendo perseguido de todas as formas.

Seu filho e todos os correligionários vêm tendo seus direitos de cidadão aniquilados, seus domicílios devassados pelo rolo compressor do autoritarismo vingativo do ódio de quem não se conforma de ter ficado 580 dias preso, condenado por crime de corrupção ativa e passiva.

Como esquecer e perdoar a morte de um verdadeiro mártir das prisões do 8 de janeiro de 2023, que lotaram a Penitenciária da Papuda.

Morreu por se recusarem, cientes da gravidade do seu estado de saúde, de converter a sua prisão preventiva em domiciliar ou de apressar o julgamento, tudo por perversidade doentia do supremo relator do processo, que o manteve preso por tempo prolongado para efetivar a sua sentença de morte.

⁠A mentira é uma tenebrosa violência contra a verdade e jamais poderá ser aceita no Brasil!

Que Deus proteja os brasileiros contra os usurpadores do poder.

Ilmar Penna Marinho Jr

Advogado da Petrobras, jornalista, Master of Compatível Law pela Georgetown University, Washington.

Advogado da Petrobras, jornalista, Master of Compatível Law pela Georgetown University, Washington.

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