25 de julho de 2024
Carlos Eduardo Leão Colunistas

Você é phoda, Presidente!

Quando a esperança vence, certamente a mão de Deus está presente. Foi assim ontem!

É inacreditável sua força, Bolsonaro! Você estar de pé é algo metafísico. Algo que vai do nada à alma e a Deus, fonte inesgotável dessa sua força hercúlea e monumental que mantém toda a esperança da pátria para uma vitória final arrebatadora e definitiva contra esse mal que nos ronda há mais de 30 anos.

Para aqueles que acordaram desanimados, meio brochas, ou decepcionados vamos refrescar sua memória para uma melhor percepção dos fatos. O PR luta, desde sua posse, contra um implacável consórcio de mídia, contra um inacreditável consórcio de pesquisas e contra um estratégico e bem aparelhado PT – Partido dos Tribunais – que executa um ativismo judicial sem precedentes. Mas nada, porém, se compara à luta contra a Nova Ordem Mundial, nossa maior inimiga.

Se imaginarmos que, segundo as pesquisas, Lula ganharia no 1º turno, impondo uma derrota que variaria entre acachapante ou muito acachapante, os parcos 4 pontos de diferença que não foram suficientes para o intento do gatuno, soam como vitória. E que vitória! O cara teve 2 milhões de votos a mais do que em 2018, elegeu 8 senadores, transformou o PL na maior bancada da Câmara, elegeu governadores, encaminhou outros tantos, um sem-número de deputados estaduais Brasil afora e, a reboque, deu um sonoro adeus à personagens como Joice, Frota, Madetta, Molon, irmãos Weintraub entre outros babacas históricos.

Portanto, não vejo o resultado de ontem como “abaixo do esperado”, como pensam os pessimistas ou aqueles bolsonaristas de araque. Vejo “abaixo da realidade”, se imaginarmos as multidões que esse cara arrasta por onde passa. Mas já era esperado. Raciocinem comigo. Tiraram o cara da cadeia. “Inocentaram-no”. Limparam sua ficha. Permitiram que se candidatasse. Custa crer que morreriam na praia. Em contrapartida, acho que fizeram o seu máximo. Agora é com ele, o protegido.

Uma sensação de “déjà-vu” abateu-se no brasileiro na evolução do escrutínio de ontem que nos remeteu aos idos de 2014. Uma queda insidiosa do PR e uma ascensão paulatina, cadenciada e torturante do “ex” aliada aquele já tradicional atraso das urnas nordestinas.

Ficam alguns questionamentos sobre o desempenho do PR em Estados como Minas e Bahia, muito aquém do esperado em função do desempenho dos seus “protegidos”, algo de uma estranheza abissal. Causa espécie também o seu fazimento no Nordeste, muito embora tenha sido superior ao pleito de 2018. Esperava-se muito mais, inclusive na opinião dos próprios nordestinos.

Embora você questione até hoje o gol do Internacional, aquele que não entrou, e guarda o questionamento pra si, faço uma ideia do seu grande sofrimento que, certamente, não é pior do que o sofrimento de quem, como você, não teve ou não tem a liberdade de questionar o que bem entender. Hoje, com o VAR, essa aflição não existiria, assim como o voto impresso sepultaria qualquer indício de questionamento. Não perco a esperança de, um dia, exaltarmos o VAR das urnas. Você, veladamente ou mesmo sem querer, deu a dica! Muitíssimo obrigado.

Bolsonaro diminuiu sensivelmente as chances do adversário. Cercou-se de aliados fortíssimos e, certamente, com a experiência de “puta-velha” da política, aliada à uma estratégia bem definida, à nossa resiliência, força e esperança sairemos vitoriosos na batalha final.

Deus não faz sua obra incompleta. Mantenhamos a fé!

Carlos Eduardo Leão

Cirurgião Plástico em BH e Cronista do Blog do Leão

Cirurgião Plástico em BH e Cronista do Blog do Leão

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