20 de julho de 2024
Adriano de Aquino Colunistas

Qual o porquê de tanta resistência à Regina Duarte?

Imagem: Arquivo Google – Radar Amazônico

Francamente, a agressividade da resistência contra a Regina Duarte não me surpreende. Tal agressividade é resultante do ‘curto circuito’ em cérebros de baixa potência intelectual.
Diga-se de passagem que a fagulha da discórdia se estende por duas décadas.
Há tempos que o fogo brando da manipulação sub ideológica vem derretendo neurônios.
Não me espanto que uma malta de convertidos não consiga distinguir e identificar os responsáveis pelo fanatismo que se instalou no ambiente cultural.
A manipulação das polaridades pelo relativismo sentimentalista,inverteu os polos da ética pelo das abstrações progressistas.
Essa inversão tinha como objetivo arrasar a autonomia intelectual, dando lugar a uma espécie de ‘senso comum’ de que o mundo a eles pertence.
Quando essa certeza é contrariada e na falta de bons argumentos, proliferam as baixarias e os ataques covardes.
Por essas e outras, não me espanto nem um pouco com os ataques à Regina Duarte.
A mediocridade tem características próprias e imutáveis no correr dos séculos.
Basta que lhes tirem o poder, que a afastem do pódio de “vencedora”- para que caia a máscara de pacífica, pluralista e tolerante e se revele sua verdadeira face: A feiura da mediocridade..

Adriano de Aquino

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

1 Comentário

  • Ademar Amâncio 4 de fevereiro de 2020

    Diagnóstico equivocado… Não podemos apoiar o fascismo só porque a esquerda cometeu deslizes éticos.

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