24 de julho de 2024
Adriano de Aquino Colunistas

Simples assim!

Um bando de cubanos ingratos 🧐, que desejam abandonar a ilha, deixar para trás todas as conquistas sociais do regime castrista e as sucessivas vitórias sobre o livre mercado e as garantias democráticas, é coagido pela policia do regime a ficar no paraíso. Os regentes cubanos pensam no futuro do povo.

Por isso são severos no tocante a ilusão dos ingratos que se arriscam a travessia do mar.

Os regentes da dinastia castristas se sensibilizam com o destino dos que conseguem êxito em aportar numa cidade governada pelo vício, movidos pela ânsia por dinheiro, comida e o luxo de ir e vir pra onde desejar, até mesmo para um supermercado abastecido com fartura por produtos criados por liberais para o mercado livre, que visa sobretudo perverter o nobre ideal socialista.

14YMedio Boletín Semanal
2 de septiembre de 2022
“El poblado de El Cepem, en Artemisa, acaparó la atención este lunes durante una protesta en la que los vecinos de este humilde asentamiento ilegal plantaron cara con elocuencia a la policía que intentaba desalojarlos. “Si no nos quieren, porque somos una comunidad ilegal, si no cabemos en este país porque nuestro salario no nos alcanza para comprar en las tiendas en divisa, si no hay petróleo para que las termoeléctricas funcionen, permítanos decidir por nuestras vidas”, reclamó uno de los pobladores, improvisado portavoz de quienes reclamaban abandonar la Isla.”

O ‘boicote’ fascista tem que ter fim

Adriano de Aquino

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

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