Zona franca de Manaus

Imagem: Google Imagens – Fianças Femininas

Amigos, para quem é não consumista como eu, fico horrorizada com esse tanto de propagandas do Black Friday. Vocês estão nadando no ouro como Tio Patinhas?

Eu não estou, e tenho até pensado na possibilidade de desligar o freezer e entulhar as carnes na parte de cima da geladeira!

Isso para poder suportar o verão carioca e ligar o ar condicionado.

Mesmo adolescente, nunca fui do tipo de querer tudo.

Minha mãe me dava as coisas na medida certa. Eu andava bonitinha com as roupas que eu tinha, sendo que a maior parte delas feitas pelas costureiras da família mesmo.

No entanto, tive o privilégio de ter uma vizinha de porta que tinha família em Manaus. Ai que saudade.

Tive uma calça Lee, o que era raro no RJ.

Tive também algumas calças de veludo cotelê e pasmem o creme Nivea que perfumava o ambiente.

Hoje em dia não é mais assim.

Fora isso, pregadores para cabelos.

Eu tinha uma juba e os nacionais quebravam quando queria fazer rabo de cavalo. Era uma festa quando a vizinha voltava de Manaus.

Ainda assim, não perturbava a minha mãe.

A vida era mais simples, não?

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