Uma ida ao Taberna Atlântica


Aí, em uma tarde de sábado, mesmo triste e chuvosa, você resolve ir ao Restaurante Taberna Atlântica na Praia do Leme com pessoas queridas.
Aí, você imagina que vai ser algo quase romântico e tranquilo.
Aí, você desce do táxi e vê um monte de gente com camisetas do Flamengo.
Aí, você sente um certo orgulho ao saber do tanto de flamenguistas que existem no Rio.
Aí, quando você está pensando que tudo está legal, eis que começa “uma vez Flamengo…”, “domingo, vou ao Maracanã...”, “Mengo, mengo …” aos berros, com direito à batucadas.
Aí, você mesmo sendo flamenguista, fica irritada.
Aí, PIOR AINDA, você descobre que toda aquela turma é de capixabas que vieram ao Rio para importunar a vida dos cariocas.
Aí, mesmo irritada, mesmo sendo uma torcedora de araque que nada acompanha de futebol, mesmo na Copa do Mundo. você volta a sentir um certo orgulho ao ver o quando o seu time é querido.
Aí, eu agradeço ao maridão que ensinou uma “madame” como eu. no que se refere aos esportes, a amar o Flamengo.
Aí, eu lembrei de uma tarde de abril ou maio de 2017, no hospital, que o meu querido, mesmo confuso na sua doença (ainda bem que não está mais), acompanhou um jogo que o Flamengo ganhou um campeonato (não sei qual) e ele sorriu e fez uma saudação ao levantar o braço direito.

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