O ponto e vírgula

Luis Fernando Veríssimo já confidenciou em uma coluna que não sabe usar o ponto e vírgula. Ufa! Que alívio, porque eu nunca soube também. Já que ele sendo quem é e principalmente sendo filho de um dos maiores escritores brasileiros, me senti confortável.
Além dessa dificuldade, desaprendi a usar o hífen. Já não sabia antes, agora piorou. Algumas palavras compostas são fáceis, como por exemplo guarda-chuva, mas e bem vindo? Bem-vindo? Benvindo? O Facebook não corrigiu nenhuma delas.
E próclise, mesóclise? Eu não sei quem foi o infeliz que inventou isso. Não sei usar e vou pedir umas aulinhas com o ForaTemer, rs.
Agora para mim o pior de tudo é o vício em gerúndio.
Se algum dia um médico falar para mim que tenho pouco tempo de vida e vai ser preciso abrir mão do gerúndio, eu não sei o que farei, rs, ou melhor, eu não estou sabendo o que estarei fazendo, rs.
O gerúndio,, amigo de infância de longa data, sempre fez parte da minha vida. Agora ele foi execrado, por conta de telemarketing. Se Shakespeare estivesse vivo poderia escrever uma história de amor entre mim e o gerúndio, estilo Romeu e Julieta, rs. Alguém se habilita?

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