Diálogo é sempre melhor

Queridos leitores, nunca dei bola para futebol. Para mim sempre foi mais confortável torcer pelo time dos namorados.
Conheci e me casei com o maridão FLAMENGUISTA e até há pouco tempo ele, filhota e filhote achavam que eu era botafoguense.
O motivo? É que eu soube que esse time, do meu querido Garrincha e dos meninos da minha rua, estava há 20 anos sem ganhar campeonato algum. Aí eu disse que naquele ano (1900 e alguma coisa) eu iria torcer pelo Botafogo que ganhou o campeonato carioca.
Pois bem, o tempo passou e eu, sem feder ou cheirar, continuei a não dar muita importância ao Flamengo, aliás, para ser sincera não sou nem um pouco fanática e nem sei que apito que esse time toca, mas tomei as dores do tanto de posts agressivos que leio, principalmente porque Flamengo é sinônimo de pobre, bandidos e a escória da humanidade. E, por causa disso, passei a ser flamenguista de coração.
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Não sou nem um pouco tola de achar que o Flamengo é uma pobre vítima nas mãos de fluminenses, botafoguenses e vascaínos.
Essa rixa é boa, mas até a página 30 do livro Guerra e Paz. Ofender quem quer que seja, por causa do time da sua preferência ao ponto de denegrir quem quer que seja, para mim é o fim da picada.
Yvonne, que conversa esquisita é essa? Falar do Flamengo em um período tão importante para o país? Sim, porque sei que a torcida do Flamengo não é fácil, talvez pelo fato de ser a maior do Brasil, mas eu respeito o direito democrático de torcer por um time e querer que outro ganhe um campeonato.
Não quero ter certeza de nada. Não quero dizer que a minha verdade é a absoluta. Eu quero o melhor para o meu país com ou sem impeachment. Não quero ser cega como alguns amigos meus de peito e coração que pensam que só eles sabem da verdade..
Eu gosto de troca de ideias, porque só assim a gente cresce. Eu gosto do amarelo, você de azul. Que tal dialogarmos e quem sabe o verde decorrente disso possa ser a grande solução?
Um lindo final de semana para todos e até o próximo Boletim.

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