Lula me convidou para jogar Criminal Case

Carnaval2016
Diogo Mainardi, no Manhattan Connection, achava que Lula seria preso no triplex do Guarujá. Agora está em dúvida cruel e atroz, porque a maravilha pode acontecer também no sítio de Atibaia.
Acho que vai ser em outro triplex, o de São Bernardo do Campo.
De qualquer forma, o negócio é festejar. Com ou sem Carnaval. Com ou sem Bacanal.
Oscar Maroni, dono do Bahamas Hotel Club, no bairro Moema, em São Paulo, promete distribuir bebidas de graça no dia em que Lula for preso: “Será uma comemoração”, afirma. O Bahamas, digamos, é o paraíso em São Paulo. Não a estação de metrô nem o bairro, mas a casa, um tipo de lupanar propício a bacanais e carnavais o ano inteiro, se é que me entendem. É lá que vou me hospedar da próxima vez.
No Carnaval, como diziam os antigos romanos, “semel in anno licet insanire”: uma vez por ano é permitido enlouquecer. O problema é que tem gente no Brasil que comete insanidades todo santo dia. E em dias pagãos também.
Em Roma, homenageando o deus Baco, não só no carnaval, mas no bacanal nosso de cada dia, as mulheres eram tomadas de e em delírio. No Brasil de hoje, também e todo dia. Os bacanais geravam desordens e escândalos, já no Brasil…
As festas mais importantes eram as saturnais e as bacanais, que influenciaram nossos outros carnavais. Tudo era pretexto para comemorações: a abertura do ano agrícola, a fecundidade, a colheita, os mortos, os deuses, os amigos do Lula e da Dilma. Na Europa, as festas mais importantes eram as saturnais e os bacanais romanos. As primeiras comemoravam a entrada da primavera e as outras eram realizadas em honra a  Baco, uma espécie de petista que só não roubava.
Denúncias caluniosas, Mensalão, testamentos falsos, propinas, envenenamento, dinheiro na cueca, assassinato de Celso Daniel eram sempre o saldo das festas orgíacas.
A orgia se reproduzia em cativeiro e acontecia em ambiente privativo dos iniciados: no comitê do PT e no Instituto Lula. Seus participantes tinham o dever de guardar segredo sobre as práticas a que se entregavam. Se flagrados, diziam saber de nada. A não ser em delação premiada (felatios premiatas).
Enquanto isso, a massa ignara, possuída de zika, profetizava, entre fanáticas contorções. Achava que nunca seria descoberta e que o PT era para sempre. Moral da história: o álcool entorpece a mente e a cachaça, antes de matar, te humilha.
As bacanais foram proibidas, mas nunca deixaram de existir em fevereiro ou março, com o nome de Liberalia. Aí veio o Tim Maia que, como síndico de nosso tédio, mandou liberar geral e deu no carnaval.
Valha-me São Nelson Rodrigues!
Como adoro suar, passar sede, fome e calor; levar pisadas e cotoveladas; já estou pronto para o Carnaval 2016. Apenas indeciso sobre minha fantasia. Saio de plataforma ou ação da Petrobras? Torneira de ouro de triplex; Por do Sol no Vale da Samarco ou japonês da PF nas maravilhas da Lava Jato? Ou vou mesmo vestido de declaração do PT dizendo que todas as doações foram legais e declaradas à Justiça? Melhor fazer um revezamento…
ps: Olha o Aedes AegyPTi aííííííííííííííííííííííííííííííí, gente!

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