Agiotagem consignada

tofolli-bernardo_6aac18b8-compressorFoto: Arquivo Google

Ninguém segura esses criminosos políticos, meu Deus! Um ministro monta uma engrenagem mafiosa para apropriar-se do dinheiro do pobre. Quando se procura por empréstimo consignado é porque a coisa não vai  bem. Aí aparecem corruptos para tirar proveito dos parcos salários dessas pessoas. Juiz e promotores devem pedir uma penalidade pesada para esses criminosos. Eles, os políticos petistas, ainda dizem que são defensores dos pobres. Quando vamos ver essa turbulência da corrupção que está infestada em todos os setores da administração pública estancar?
O ministro Dias Toffoli mandou soltar Paulo Bernardo, alegando estar configurado “flagrante constrangimento ilegal”. Sabendo-se que o detido protagonizou a mais odiosa manobra de desvio de dinheiro de que se tem notícia, pode-se afirmar que o maior constrangimento ilegal não foi o sofrido por ele, mas o que atingiu a sociedade brasileira, envergonhada. Enquanto o STF prestar esse desserviço ao país, protegendo notórios ladrões do dinheiro público, as esperanças de que a impunidade sejam, pelo menos, reduzidas no Brasil se desvanecem a cada decisão. O “custo Brasil” será muito alto e a delinquência se espalhará como metástase de um tumor incurável.
A revogação da prisão de Paulo Bernardo, pelo ministro Dias Toffoli, dá à população a certeza da impunidade aos poderosos aliados do antigo governo petista, onde tudo era permitido, naquela política de “aos amigos, tudo; aos inimigos, a lei”. Ainda mais se lembrarmos que este ministro era advogado do PT até pouco tempo atrás. O ministro compromete a caminhada para um novo Brasil realmente democrático, onde a lei deveria ser igual para todos. Deixa no ar uma falta de esperança de ver um Judiciário sem contaminação político-partidária.
Ao planejar essa operação, seus mentores devem ter imaginado que pouco mais de um real não faria a menor diferença no bolso do cliente já tão endividado. Culpa, talvez, dos ares de Brasília, que têm o poder de distanciar a elite política da dura realidade do cidadão comum.
Democratizaram a “agiotagem consignada”. Roubaram os pobres, enganaram o povo com propina extorquida na marginalidade. Pagamos impostos com suor e “nobres predadores” dizimando a economia e inocentando-se na democracia paradoxal cara de pau.

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