12 de setembro de 2026
Silvia Gabas

O grande “reset”

“Tempus horribilis” o nosso, não?

Bem e Mal.

Parece não haver saída para o que vivemos.

E se saída há, não a vejo, não a vislumbro, a não ser um eterno decair até o rés do chão, até o rastejar final como vermes a que vamos nos assemelhando dia após dia.

E eu me pergunto como foi que chegamos a tamanha degradação, a esse presente inóspito de todos contra todos, com a idiotia tornando-se regra, não exceção, e onde não se vislumbra um único sinal de inteligência em uma raça que prometia tanto, que legou ao mundo tantas mentes brilhantes em todos os aspectos da vida humana, e hoje é sombra permanente, onde nada mais permanece de pé, onde mais nada ou ninguém merece ser reconhecido como excelência humana.

Onde se esconderam os grandes gênios da música, da literatura, da arquitetura, da pintura, cinema, que transformaram neandertais pré-históricos em Bach, Dostoiévski, na obra coletiva da arquitetura gótica, Van Gogh, Bergman?

O que fazem, quem são esses descerebrados que andam pelas ruas do mundo gritando seu mantra descabido “Palestina Livre”, sem ao menos saber o que é a Palestina, gritando “do Jordão ao mar”, sem ao menos saber onde se encontra o Rio Jordão, muito menos esse mar.

O que fazem, quem são esses idiotas úteis que de repente, de posse de seu iPhone na mão, se insurgem agora contra a maior democracia do mundo, a moeda mais poderosa, o maior exército, a melhor educação, o jazz, o blues, o cinema americano, as viagens espaciais, o Vale do Silício, o lugar do planeta onde mais se exerceu a livre expressão e o respeito ao indivíduo, e se aliam agora na defesa dos povos mais bárbaros e ditatoriais do planeta, sem ao menos saber por que o fazem e a que destino infame estarão nos levando se toda essa movimentação ideológica resultar em sucesso das suas pautas enlouquecidas?

Amam Gaza, esses tolos que não conhecem o real significado da palavra amor, esquecidos que tudo o que acontece por lá é por obra e graça dos terroristas do Hamas, que agradecem a esses descerebrados pelo apoio em seu objetivo obsessivo de destruir Israel, a única democracia do Oriente Médio, e o único lugar onde teriam seus direitos civis respeitados?

O que fazem, quem são esses completos iletrados histéricos que aqui neste país chamado Brasil defendem os que rasgaram a CF, e gritam “sem anistia” para pobres coitados que apodrecem nas prisões e recebem penas estratosféricas por parte daqueles que deveriam ser os operadores imparciais da Justiça, mas que hoje são conjunto ideológico a serviço de um Sistema que apoia um condenado por corrupção que foi retirado da prisão por esses seres que já não merecem a denominação de juízes, condenado esse que é visto como grande estadista, como o maior presidente de todos os tempos, quiçá do Universo, por essa massa humana idiotizada de cérebro podre, que nos retira qualquer esperança de que esse país possa, enfim, se transformar naquilo que sempre se desejou que fosse, mas que nunca passou somente de sonho e desejo, verdadeira barca furada onde pululam malandros de toda a ordem, terra macunaímica onde só prospera o Mal?

Mas eu respondo quem são, cada vez mais consciente de que nos levarão ao desastre final.

Essa turma toda que tenho a pretensão de manter à distância, com convicção plena de que não são meus semelhantes é composta por aquilo que ideologicamente denominamos de Esquerda, e que é a parte da Humanidade que tem como objetivo central a desconstrução da moral e da ordem do mundo antigo.

Tudo o que é ordem e autoridade lhes repugnam.

Primeiro mataram Deus e o Rei na Revolução Francesa, depois o dono da empresa na Revolução Russa, continuam sua guerra particular atacando o pai da família, e finamente o homem heterossexual.

Sua pauta é a desconstrução do mundo, a desordem e o caos.

E olhando o mundo atual com olhos bem abertos podemos afirmar que essa turma tem feito um ótimo trabalho.

O que foi erguido a duras penas através das eras está sendo destruído em pouco mais de 300 anos.

Mas há um porém:

Essa turba destrutiva, verdadeira nuvem de gafanhotos destruindo o Bom, o Justo, o Belo por onde vivam ainda não compreendeu que com eles em ação, que com eles na direção, o mundo não tem futuro.

São ressentidos, destrutivos, vingativos.

Ou o mundo passa por um urgente “reset” que pode se traduzir por uma guerra mundial sem precedentes que coloque ordem na casa e os pontos nos is, com a realidade se restabelecendo e o mundo reerguendo-se em novas, meritórias e fortalecidas bases, ou pereceremos todos.

Do jeito que está, um mundo sem pé nem cabeça, liderado pelos mais fracos e pelos piores, a vida humana no planeta Terra sucumbirá.

Seremos os mais novos dinossauros.

Merecidamente, diga-se de passagem.

Silvia Gabas

Com formação em Direito e Serviço Social, leitora compulsiva, com olhar atento para as grandes questões do mundo, dando sua contribuição através de textos publicados nas suas redes e sociais e na revista Stampa, entre outros veículos de comunicação.

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Com formação em Direito e Serviço Social, leitora compulsiva, com olhar atento para as grandes questões do mundo, dando sua contribuição através de textos publicados nas suas redes e sociais e na revista Stampa, entre outros veículos de comunicação.

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