20 de janeiro de 2026
Silvia Gabas

Não é uma mulher

Não é uma mulher nem aqui, nem na China, ou na galáxia de Andrômeda.

É apenas um homem fantasiado de mulher, acreditando ser mulher, desejando ser mulher, mas que não nasceu mulher, e mulher não será.

O fato da Revista Marie Claire, do Grupo Globo, tê-lo contemplado com o título de Mulher do Ano de 2025 não altera em absoluto a realidade dos fatos.

E fato é, que tendo nascido e crescido banhado em testosterona, detentor de uma próstata, pênis e saco escrotal, com hormônios masculinos que o presentearam com barba e bigode, e ainda que tenha alterado seu nome de nascimento para Érika da Silva Santos, continua a ser biologicamente um homem, queiram ou não.

E não deixa de ser um tapa na cara de mulheres que tanto lutaram pela independência e direitos do feminino ver agora estampado em capa de revista a foto de um homem como figura representativa do mundo feminino.

A quem interessa essa deturpação da realidade, que não seja a de um movimento progressista que pretende confundir e embaralhar conceitos e valores, implantando ideias equivocadas nas gerações mais jovens para que vejam com naturalidade o que não é natural, biológico, mas uma construção ideológica que tenta implantar na mente de desavisados uma irrealidade fabricada para atender seus interesses de dominação cultural e destruição civilizacional?

Compreende-se claramente por que as Igrejas estão lotadas como nunca estiveram por uma multidão de seres humanos insatisfeitos com o rumo que a humanidade vai tomando, infelizes com o vazio existencial que vai invadindo aa vida de milhares que não veem como natural ou saudável esse forçar de barra decadente e sombrio que, afirmo com segurança máxima, irá dissolver por completo aquilo que ainda resta como porto seguro para a mente e alma dos habitantes deste planeta ora caótico.

Ou as mulheres biológicas dão um basta enquanto é tempo, não aceitando muito menos aplaudindo toda essa deturpação do real que invade o campo do feminino a cada dia mais, ou serão parte de um jogo sujo do Sistema, que posa de moderno e inclusivo, mas o que mais poderão oferecer aos que chegam é degradação, decadência, doença e morte.

Acordem, resistam, defendam o feminino, a mulher biológica com unhas e dentes, colocando em seu devido lugar essas figuras circences que mais soam como deboche e insulto às verdadeiras mulheres que tanto contribuíram com o suor do seu trabalho e a força dos seus úteros para a continuidade da raça humana no planeta Terra.

Cansada dessa palhaçada.

Mulheres do ano somos todas nós, essa é a verdade, essa é a realidade nua e crua, sem invenções amalucadas de um mundo que se perdeu.

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Com formação em Direito e Serviço Social, leitora compulsiva, com olhar atento para as grandes questões do mundo, dando sua contribuição através de textos publicados nas suas redes e sociais e na revista Stampa, entre outros veículos de comunicação.

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