Da banana à boulangerie

Acordei e olhei o tempo. Eita…Que dia mais borocoxô! Dia cinzento e garoando. Resolvi caminhar. E sai na garoa onde meu destino era tomar um café no Gran Mercure, na sua Boulangerie que eu adoro tudo que fazem.

Na caminhada a gente pode observar o que tem de novo no pedaço.

Resolvi cortar caminho e saí numa rua atrás do hotel onde tem uma feira aos domingos. Lembrei dos passarinhos e fui comprar bananas. Achei a única banca e que só vendem aqui a cada 15 dias.


Duas senhoras simpáticas me atenderam. E eu me encantei com o cabelo de uma delas. Comecei a puxar um papo e voilà. Ela é uma graça de pessoa. A Mieko outra fofa e a Rapunzel – nome que dei a ela – são sócias dessa banca de bananas há muitos anos. Só sei que o papo foi se estendendo e sai de lá com um saco de frutas variadas que elas dividiram comigo pois ganharam de um feirante que cultiva no seu sítio.

Chego no hotel cheia de sacolas da feira. So What?

O lobby estava com muitos comissários da British além de hóspedes partindo, outros chegando.

Sigo até a Boulangerie e faço meu pedido. Me acomodo no salão e começo a escrever sem deixar de notar uma diversificação de pessoas e valores. Sensação boa de mudar o ambiente e me sentir como se eu fosse turista.

De repente vejo que lá fora o sol voltou.

E um ônibus de turismo chega para levar a tripulação da British para o Aeroporto. Digo Hello e eles – comandante, comissárias, e confessam que estão tristes em partir para o frio, pois adoram o clima do Brasil.

Gentilmente me convidam para ir no ônibus com eles. Se fosse no avião… e se fosse em outros tempos onde eu era mais desprendida e na paz e no amor juro que iria.

Agora só me resta olhar o céu azul e o sol e Keep Walking. Valeu!

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