1 de julho de 2022
Yvonne Dimanche

Graham Bell


O responsável pelo sucesso do telefone foi um brasileiro, sim bra-si-lei-ro. Já conhecia essa história e divido aqui o comentário do Laércio Morais no post da Zita Salviano. Vale a pena perder um minutinho e ler:
“‘Graham Bell patenteou o telefone em 1876, ano que rolou uma grande exposição na Filadélfia, Estados Unidos, comemorando o Centenário da Independência Americana.
Vários inventores estavam nesse lugar, nesse momento histórico, apresentando os frutos de suas pesquisas. Graham Bell não chamava atenção. Pelo contrário, era motivo de deboche.
O encontro dos dois foi revolucionário por vários motivos.
Quer saber como foi esse encontro? O que os críticos achavam do inventor escocês? Como Graham Bell vendeu a ideia? Quer saber o que mudou na vida do pai do telefone depois do apoio de Dom Pedro II? Aperta o play, vai!
Em 1877, o telefone chega ao Brasil.
Lógico que o Imperador foi o usuário número 1. O aparelho foi instalado no Palácio Imperial de São Cristóvão, na Quinta da Boa Vista, hoje Museu Nacional, no Rio de Janeiro.
Pouco tempo depois, aconteceu o previsível: o Rio de Janeiro possuía vários usuários e havia linha que ligava Rio de Janeiro a Petrópolis, cidade na Serra Fluminense e reduto de férias da família real.
Graham Bell morreu em 1922, considerado um dos mais importantes gênios da história.
Dom Pedro II viu em 1889 a Monarquia cair e, exilado em Paris, morreu em 1891.
Se o Imperador não entrasse na vida de Graham Bell, o futuro desse aparelho que você está lendo esse texto ou que está na sua bolsa ou no bolso seria diferente.””

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