7 de julho de 2022
Yvonne Dimanche

Crise, que crise?


Odeio quando brasileiros e principalmente cariocas falam mal de si mesmos. É lugar comum o Brasil inteiro falar mal da preguiça do baiano. Eu nunca me decepcionei com nenhum baiano, mas em compensação todas as vezes que eu tenho algum problema é com capixaba. Desculpem queridos, é até indelicado de minha parte, mas não pude evitar.
Contratei um serviço, deixei uma pessoa em casa (BAIANA) para que eu pudesse passear. Sim, eu também sou filha de Deus e mereço um momento de lazer com o meu marido. O horário combinado era 13h NO MÁXIMO. Voltei para casa preocupada com a pessoa que ficou e imaginei que, COMO DE HÁBITO, fosse ser ignorada.
Voltei para casa depois de uma tarde agradabilíssima que poderia ter se expandido mais para que a minha amiga fosse embora. Às 15.10h recebi o telefonema do prestador de serviço dizendo que, NO MÁXIMO, em vinte minutos estaria aqui. São 15.48h em uma cidade sem trânsito e até agora nada.
Infelizmente vou ter de receber ele aqui em casa, visto que o meu medo é uma das janelas cair. Se fosse um serviço menos importante mandaria ele à PQP.
A Miriam Porquinho (ex-Leitão) já comentou que o ES é o único estado brasileiro sem dívidas e com situação financeira boa. Ela está certa, visto que o pessoal daqui ignora o horário combinado na melhor das hipóteses, porque o mais comum é simplesmente não vir e muito menos dar um retorno.

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