Teoria da Conspiração

Estaria o Príncipe Harry sendo usado pela mulher, uma atriz de segundo escalão, divorciada e mais velha do que ele, para tentar desestabilizar a monarquia britânica?

A extrema imprensa no mundo inteiro diz que Meghan é “vítima de racismo”, o que é uma mentira deslavada, além de ser um instrumento do “politicamente correto” inventado pela esquerda.

Pelo menos quanto à Rainha, ao Príncipe de Gales e William, ela foi maravilhosamente bem tratada. Fez o que quis naquele casamento cafonérrimo, que mais parecia produção para um filmeco de Hollywood, com a noiva entrando sozinha porque não se dá nem com o pai nem com a família. Só com a mãe, que por ser escura, também pode ter sido usada pela filha, que mentiu ao dizer que passaria o Natal de 2019 com ela. E foi o segundo casamento da Meghan, vestida de branco e usando véu. Já começou fake.

Outra coisa que cansa é transformar a Princesa Diana em mártir. Parem com isso. Ela era linda, carismática, mas se o marido a traiu com uma, ela traiu o marido com um monte.

Dizem até que Harry é filho de um deles. Morreu com o amante, um muçulmano milionário, com o chauffeur meio bêbado fugindo de paparazzis. Nada contra suas escolhas, não estou julgando. Agora o Harry passar a vida sendo vítima do ”trauma” da morte da mãe, para justificar tudo o que faz de errado, não dá.

A família real sempre apoiou o Harry, que apesar de muito simpático, foi flagrado fantasiado de oficial nazista numa festa, lembram? Sem falar nas orgias com todo mundo pelado em Las Vegas.

São dois egoístas vaidosos e gastadores que querem o glamour e a opulência, mas sem a contrapartida de servir à instituição e à pátria.

Alguém ouviu a feminazi que se acha uma Elizabeth Taylor, ou quem sabe, uma Grace Kelly, falar em renunciar aos títulos de duquesa de Sussex e Sua Alteza Real? Nunca. Ela até registrou a marca Sussex Royal para faturar, segundo estimativas, cerca de 400 milhões de libras, na franquia dos mais diversos produtos. Quem diria, a realeza britânica acabar em supermercados.

Se você não acredita que exista um plano político por trás de tudo isso, confira os assessores que o casal (Meghan) contratou, depois que a equipe leal ao príncipe Harry se demitiu, porque ninguém aguentou a barraquenta da atrizeca.

“Com a contratação de Fiona Mcilwham, ex-embaixadora britânica na Albânia, o príncipe Harry e Meghan, duquesa de Sussex, se tornaram os primeiros membros da realeza a empregar uma equipe feminina de funcionários seniores.

Outros membros seniores da equipe incluem Sara Latham, ex-consultora sênior da campanha presidencial de Hillary Clinton em 2016; Heather Wong, ex-funcionária da administração Obama; Natalie Campbell, ex-diretora da Fundação Real; e Karen Blackett, presidente da MediaCom UK. [fonte: Harper’s Bazaar].

Não duvidaria nada que o casal Obama (Barack e Michael – como Obama se referiu certa feita, em público, à Michelle), tivesse sido o motivo para o casal esconder o nome dos padrinhos do filho.

No mais, a casa de mais de 10 milhões de libras que o casal se hospedou nas festas de fim de ano, foi emprestada por quem? O nome do dono não foi revelado: o casal recusou-se a comentar. As especulações vão desde bilionário russo suspeito a dono de negócios escusos.

Agora que os progressistas foram fragorosamente derrotados pelo conservador Boris Johnson e o Reino Unido vai sair da União Europeia, responsável pela islamização da Europa, sem respeitar o momento delicado que está passando a Rainha, com o marido doente e o outro filho envolvido num escândalo, voltaram os canhões para a instituição mais respeitada dos ingleses, nem ataque vicioso de dentro do coração da monarquia.

Pobre menino rico.

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