Sabe quem é o delegado Rogério Galloro?

Foto: Google Imagens – Jornal A Cidade de Votuporanga

Era ele o diretor-geral da Polícia Federal nomeado na gestão Temer. Comandou as investigações sobre o atentado contra o então candidato Jair Messias Bolsonaro.

O primeiro inquérito concluído “indicou que Adélio Bispo agiu sozinho, por ‘inconformismo político’ – violação ao artigo 20 da Lei de Segurança Nacional”.

Também foi ele que recebeu a denúncia sobre a invasão do(s) hacker(s) ao TSE, que não deu praticamente em nada, já que a empresa terceirizada contratada pelo TSE destruiu “por engano” o log, ou seja as provas. Ficou por isso mesmo.

Galloro, segundo o “ Diário de Botuporanga”, depois da denúncia da invasão do hacker, foi então contratado para atuar como assessor especial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante a presidência da ministra Rosa Weber (que tinha mandado a denúncia para Galloro)“.

Galloro usou então sua expertise na área de segurança para ajudar o TSE em questões referentes à segurança cibernética e disseminação de fake news.

Coordenou a Comissão Avaliadora do Teste Público de Segurança (TPS) 2019 do Sistema Eletrônico de Votação e um seminário internacional sobre desinformação.” (Resta saber: desinformação de quem?)

Desde que Rosa deixou a presidência do TSE, Galloro passou a trabalhar com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux. Foi convidado e aceitou um cargo de assessor especial.

“Segundo o jornal Estadão apurou com integrantes da Corte, Galloro vai cuidar de questões de segurança, compliance (na gestão interna do tribunal) e relações inter institucionais da presidência de Fux.”

O link para a matéria está no primeiro comentário. Não acabou por aí. Tem nomeação de mais um assessor.

Era Giuseppe Dutra Janino que exercia, na invasão desse hacker 2018, o cargo de Secretário de Tecnologia da Informação (STI) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cargo que ocupou por quinze anos. Fez parte da equipe que projetou o coletor eletrônico de voto e é coautor do Projeto da Urna Eletrônica do Sistema Eleitoral Brasileiro.

Janino foi convidado três vezes, em vão, para comparecer na comissão que estudava o voto impresso, para dirimir dúvidas de deputados.

A PEC foi derrotada na Comissão após interferência explícita do notório ministro da suprema corte, atual presidente do TSE, com presidentes de partidos para barrar maior segurança num sistema eleitoral obsoleto que usa urnas de primeira geração — que têm plug para acoplar impressoras (nunca usadas).

Depois dessa conversa secreta, foram substituídos os integrantes da comissão favoráveis ao voto limpo, mais seguro e democrático, e a derrota exigida pelo ministro foi alcançada. Logo depois, Janine pediu demissão do cargo e recebeu outro convite, que aceitou, para torna- se assessor especial de quem? Do Barroso.

O presidente do TSE espalhou fake news ao dizer que as urnas eram “impenetráveis”.

Agora que sabemos que é MENTIRA, disse que foram violadas, mas o hacker passou sete meses no sistema — antes, durante e depois das eleições de 2018 — brincando de invasão de código fonte: não fez nada. E se fez? As provas foram apagadas pelo TSE, a desculpa de “empresa terceirizada” é bem esfarrapada.

E o que será que aconteceu em 2020? O TSE não só foi invadido como ficou algumas horas fora do ar.

Houve indícios irrefutáveis de fraude em São Paulo, pelo menos.

E o atual presidente do TSE quer que acreditemos na sua palavra, ele que jurava pela inocência do seu terrorista e pelo médium condenado.

Bem, esses dois casos, o primeiro do atentado ao candidato, atual presidente, e o segundo da invasão no código fonte do TSE, têm mais tentáculos do que as aderências causadas pela facada no Presidente Bolsonaro.

Acho tudo isso que está acontecendo sinistro.

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