One trick poney

Não subestimem o Presidente Bolsonaro. Não digam que ele é fraco. O fato de aparentemente não reagir a todo tipo de ataques e provocações não deve ser motivo de crítica.

O Presidente tentou, de todas as maneiras, evitar uma ruptura institucional. Mas a esquerda já promoveu essa ruptura, ao desprezar a Constituição, não uma, mas incontáveis vezes. Por isso escrevi “tentou”, no pretérito perfeito.

Às Forças Armadas, sob o comando supremo do Presidente da República, cabe defender a Pátria, os poderes constituídos e garantir a lei e a ordem. O militar é preparado para o combate. Estrategista, se entrar em guerra é para obter vitória. Não vai contar para o inimigo o que sabe, muito menos como nem quando atacará.

Deixar o inimigo iniciar a ofensiva, o que já aconteceu no Brasil, expõe a sua estratégia, enfraquecendo-o. Permite que você conheça o inimigo.

Às vezes, recuar diante de um inimigo forte não é um sinal de fraqueza, mas de força. Permite que você ganhe tempo e ajuste a sua perspectiva sobre o modo como o inimigo age. Mesmo que perca alguma escaramuça, o objetivo final é uma contra-ataque demolidor, para ganhar a guerra.

Não há um único vazamento no governo do Presidente Bolsonaro sobre o que realmente está acontecendo. Só invenções.

Ganhar essa guerra é mais fácil do que parece.

Comandantes senis e decadentes da esquerda continuam hoje com as mesmas táticas que já não enganam mais ninguém. São o que se chama em inglês de “one trick poney”, aquele cavalinho amestrado que chega no picadeiro do circo é só sabe fazer um número, que todos conhecem.

Do número fazem parte jornalistas que viraram assessores de imprensa dos golpistas, que substituíram fatos por mentiras, pesquisas de opinião falsas, como as que nas eleições de 2020 asseguraram que o candidato Bolsonaro perderia no segundo turno para TODOS os candidatos, até para o cabo Daciolo, falsas acusações de gabinete de ódio, chamar eleitores de robôs, etc.

E como a cereja do bolo, coroando tudo, um sistema eleitoral inauditável, que sem comprovação alguma e com contagem secreta de votos, informa à população quem venceu. Se você exige provas, é acusado de crime contra a honra da urna eletrônica.

Agora, além de apartamento funcional ter imunidade parlamentar, novidade que surgiu graças à “Amante”, codinome da crazy, objetos e instituições tornaram-se passíveis de sofrer crimes de calúnia e difamação. Colocaram em vigor a advocacia e os julgamentos “criativos”. Pena, para eles, que não enganam mais ninguém.

Confiemos no Presidente Bolsonaro e estejamos preparados para apoiá-lo. O Brasil não poderia estar em melhores mãos. Brasil acima de tudo, Deus acima de todos.

Não perderemos por esperar. A hora certa está chegando. E a Bíblia diz: os covardes não entrarão no Reino dos Céus.

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