
O atual presidente do Conselho de Segurança da ONU, por mais incrível que pareça, é o embaixador somali Abukar Dahir Osman, ligado a alegações de fraude nos EUA. Ele foi sócio e diretor-gerente (de 2014 a 2019) da Progressive Health Care Services, uma empresa de cuidados de saúde domiciliares em Cincinnati, Ohio, que foi condenada por fraude no Medicaid, levando a ações do Departamento de Saúde e Serviços Humanos.
Ele também é apontado como administrador de uma creche (daycare) em Ohio, relacionada a esquemas semelhantes de fraude em programas de assistência infantil e nutrição em Minnesota envolvendo redes somali-americanas (ex.: Feeding Our Future, com US$ 250 milhões em fraudes). As investigações estão em andamento.
As ditaduras têm grande influência na ONU e atacam qualquer país democrático que as critique. Até Cuba faz parte da ONU. É uma farsa.
O debate de emergência no Conselho de Segurança da ONU em 5 de janeiro de 2026, foi presidido por seu presidente, o citado Abukar Dahir Osman, da Somália. Todos os países notoriamente violadores de direitos humanos condenaram a captura do ditador narcoterrorista da Venezuela.
O Embaixador da Venezuela, Samuel Moncada, condenou a ação como um “ataque armado ilegítimo”, incluindo bombardeios, que causaram mortes civis e militares, e o “sequestro” de Maduro e sua esposa e pediu ao Conselho para exigir a liberação imediata de Maduro.
Rússia e China caracterizaram a ação como “agressão armada”, defendendo a imunidade de chefes de Estado. Exigiram a liberação imediata de Maduro e enfatizaram a violação seletiva do direito internacional, ecoando preocupações sobre a estabilidade global.
A África do Sul, condenou os ataques unilaterais como violação da soberania e da Carta da ONU, argumentando que alegações de violações internas não justificam força externa. Enfatizou a necessidade de resolução pacífica via diálogo. “… Se não defendermos os direitos soberanos de qualquer nação sendo violados, então qual de nós está seguro?”.
Paquistão, Irã e Uganda ecoaram condenações à aplicação seletiva do direito internacional. Brasil, México, Colômbia, Chile e Panamá rejeitaram o uso unilateral de força, alertando para o cruzamento de uma “linha inaceitável”. Colômbia, em sua primeira intervenção como membro eleito do Vonsrlho de Segurança (!!!), enfatizou riscos a civis e fluxos migratórios. Não comentou o êxodo de 8 milhões de Venezuelanos, um real “fluxo migratório” desde que a esquerda tomou a Venezuela.
Argentina e Paraguai elogiaram a operação como passo decisivo contra narcotráfico e terrorismo, argumentando que poderia restaurar a democracia e os direitos humanos na Venezuela.
O Embaixador Michael Waltz, Estados Unidos, defendeu a operação como uma medida de aplicação da lei, não como agressão militar, visando capturar Maduro como fugitivo indiciado por narcoterrorismo. Waltz argumentou que Maduro não é um chefe de Estado legítimo após eleições contestadas em 2024.
“Se as Nações Unidas conferem legitimidade a um narcoterrorista ilegítimo, que tipo de organização é essa? Devemos observar que mais de 50 países, incluindo a União Europeia, vários países da América Latina e, claro, os Estados Unidos, rejeitaram a legitimidade da reeleição de Maduro após as contestadas eleições de 2024 e NÃO o reconhecem como o presidente legitimamente eleito da Venezuela. Não há guerra contra a Venezuela ou seu povo. Não estamos ocupando um país. Esta foi uma operação de aplicação da lei em prol de indiciamentos legais que existem há décadas”.
Ele enfatizou que a ação combate o tráfico de drogas e o crime organizado, ameaças à segurança regional.
A sessão destacou a divisão no Conselho, com apelos por desescalada, mas sem ações concretas até o momento.

