Gravidez na adolescência x métodos contraceptivos

Foto meramente ilustrativa: Arquivo Google – Pleno Nesse

A esquerda está contra a campanha da ministra Damares contra a gravidez na adolescência, acusando-a de fazer “aborto preventivo”. Se é “preventivo”, essa gente é contra rsrsrs. Não existe coerência para os globalistas. Por que será? Muita droga?

A ministra lança uma campanha para inspirar jovens a retardar o início da relação sexual. Ou evitar, em outras palavras, a banalização do sexo.

Eu aprovo essa ideia.

Enquanto isso, o ministério da Saúde aumentou em 2019 a distribuição de preservativos, ao repassar aos estados 7,3 milhões de preservativos femininos (em 2018 foram 1,6 milhão) e 462 milhões de preservativos masculinos (foram 333,7 milhões em 2018).

Segundo matéria da BBC Brasil, “Em relação à pílula do dia seguinte, foram adquiridas cerca de 906 mil cartelas de Levonorgestrel 0,75 mg neste ano, superando também a marca de 2018 (784 mil cartelas). Os medicamentos são repassados aos Estados e municípios para distribuição.

“Em relação ao Planejamento Familiar, usuários e profissionais da Atenção Primária à Saúde devem definir juntos, dentro dos recursos disponíveis no SUS, o que melhor se ajusta individualmente, incluindo métodos de anticoncepção”, disse ainda a pasta.

O Ministério da Saúde também lançou em novembro, ao custo de R$ 15 milhões, uma campanha na televisão e internet estimulando o uso de preservativos para evitar as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs).

Os vídeos estimulam os jovens a pesquisar imagens mostrando o impacto dessas doenças no organismo. “Se ver já é desagradável, imagine pegar”.

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