Eduardo Cunha é corrupto?

EduardoCunha
Sim.
É brilhante? Sim.
Devemos a ele o início do impeachment de Dilma Rousseff? Sim.
Está sendo perseguido pelo Janot? Sim.
Por quê? Porque há outros corruptos bem piores, como Lula e Dilma, os chefões, blindados junto com outros meliantes por serem do PT ou aliados do PT.
Eduardo Cunha deveria ser afastado e preso? Sim, porque a Justiça deveria ser cega e punir TODOS os corruptos, sem exceção.
Enquanto isso o ministro Barroso, do STF, (segundo o jornal O Estado de São Paulo) disse a estudantes o seguinte: “pessoas razoáveis e bem intencionadas têm bons argumentos ou para afirmar que o processo contra a presidente afastada é ilegítimo ou para pensar o contrário… Eu acho que quem acha que (o impeachment) é golpe tem fundamentos razoáveis para dizer que não há uma caracterização evidente de crime político e, na verdade, está-se exercendo um poder do ponto de vista de quem foi derrotado nas eleições. Esse é um discurso plausível”.
Barroso usou argumento semelhante ao que sustenta a defesa da presidente afastada Dilma Rousseff no processo de impeachment.
Porém, (segundo O Antagonista), “a pedido do Palácio do Planalto, o deputado Paulo Teixeira indicou à comissão especial do impeachment o nome de Ricardo Ribeiro Lodi para defender Dilma Rousseff das acusações de pedaladas fiscais. Lodi foi apresentado aos deputados como professor da Uerj, mas ele é também sócio do escritório de advocacia Barroso Fontelles, Barcellos, Mendonça e Associados”, que se chamava: Luís Roberto Barroso e Associados – Escritório de Advocacia. Ao assumir a cadeira no Supremo, o ministro Luís Barroso mudou o nome da banca e a entregou ao sobrinho Rafael.
Aliás, como Toffoli, ex-advogado do PT, não se declarou impedido para julgar nem mesmo as ações contra seu ex-chefe José Dirceu – e inocentá-lo sempre – Barroso não se considera suspeito para julgar medidas impetradas no STF por seu ex-escritório de advocacia, representando, por exemplo, a REDE.
Tem mais. Segundo denúncia do site « Revoltados On Line», Claudio Pereira de Souza Neto, advogado do PCdoB (Partido Comunista do Brasil, que entrou com a ação que pediu –  e conseguiu, sob a relatoria de Barroso – a revisão do rito do Impeachment da Presidente Dilma do PT, seria genro de Marco Aurélio Mello, Ministro do STF. (Para quem não sabe, Letícia Mello teve uma carreira meteórica sendo a mais jovem desembargadora brasileira, nomeada em 2013 por Dilma Rousseff.) Esse mesmo advogado da ação do PCdoB trabalhou no escritório do Ministro Barroso que foi o autor da tese de proibição de financiamento privado de campanha, além de ter defendido o terrorista Cesare Battisti que conseguiu asilo no Brasil no último ato assinado por Lula no fim de seu 2º mandato.
Como disse Gilmar Mendes na manhã de hoje, “É inegável que o Brasil se tornou uma república egoísta, corporativista. Temos socialistas de botequim, ganham altos salários, cuidam dos seus interesses corporativos e entre um champanhe e outro fazem discursos pelos pobres”.
PS 1 – Segundo o site «Vetor», «Tereza Cristina Van Brussel Barroso esposa e sócia do ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso, abriu em 09 de junho de 2014 a Offshore TELUBE FLORIDA, LLC. A Offshore está registrada nos Estados Unidos com o nome de solteira de Tereza, Tereza Cristina Van Brussel, na Ilha de Key Biscayne. O endereço da sede é um imóvel da própria Offshore, porém no registro, a esposa de Barroso apresenta como seu endereço particular o de um conhecido operador de Offshores de brasileiros que têm problemas com a justiça brasileira a “Barbosa Legal” na 407 LINCOLN ROAD PH-NE, MIAMI BEACH também na Flórida.»
PS 2 – Jornal « O Tempo» – PUBLICADO EM 17/09/13 – 03h00
GUSTAVO PRADO
Menos de dois meses após assumir o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso teve seu antigo escritório contratado – com dispensa de licitação – pela estatal Eletronorte para a prestação de serviços técnicos especializados em arbitragem. O valor do contrato é de R$ 2 milhões. Atualmente, o sobrinho do ministro, Rafael Barroso Fontelles, figura entre os sócios do escritório de advocacia.
O extrato de inexigibilidade de licitação foi publicado no “Diário Oficial da União” (DOU) em 12 de agosto deste ano. Uma semana depois, o contrato entre o escritório e a Eletronorte foi assinado. A justificativa utilizada para a dispensa de concorrência é baseada no Artigo 13 da Lei de Licitações, que prevê a contratação de serviços técnicos realizados por profissionais de notória especialização.
Indicado no dia 22 de maio pela presidente Dilma Rousseff (PT) para o cargo de ministro do STF, Barroso assumiu o posto no dia 26 de junho. No dia 20 do mesmo mês, porém, segundo informações obtidas no escritório, o ministro deixou a sociedade.
Apesar de o contrato só ter sido assinado em 19 de agosto, foi o antigo nome do escritório, “Luís Roberto Barroso e Associados – Escritório de Advocacia”, que apareceu na publicação oficial do Planalto. De acordo com Rafael Barroso, a publicação foi equivocada.
“A indicação na publicação no ‘Diário Oficial’ da antiga razão social decorreu da tramitação interna da própria Receita Federal, que ainda não havia efetivado a alteração solicitada”, disse, em nota, o sobrinho do ministro, que integra a nova sociedade. Ainda de acordo com ele, “a alteração foi registrada na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em 8 de julho de 2013. Em seguida, solicitou-se a mudança da razão social junto à Receita Federal. A empresa passou se chamar Barroso Fontelles, Barcellos, Mendonça &Associados – Escritório de Advocacia”.
A Eletronorte, também em nota, confirmou que o nome antigo do escritório foi publicado “equivocadamente”. Segundo informou a assessoria de comunicação do órgão, a escolha do escritório se deu em razão do trabalho da professora Carmen Tiburcio. “A Eletrobras Eletronorte optou pela contratação da renomada jurista em razão de sua notória especialização em arbitragem, com inequívoca qualificação profissional, tendo, inclusive, atuado em outras demandas envolvendo empresas da Eletrobras”.
A nota ainda afirma que a escolha do escritório não tem nenhuma relação com o ministro Barroso. “No referido processo de contratação, todos os contatos dos prepostos da Eletrobras, Eletronorte foram feitos diretamente com a professora Carmen Tibúrcio e equipe”, ressaltou. O valor de R$ 2 milhões, segundo a empresa, é referente ao “teto do contrato” e somente chegará a ser desembolsado integralmente caso o processo arbitral venha a ter “pleno êxito”.
Para o diretor da ONG Transparência Brasil, Cláudio Abramo, a União deveria ter mais “cuidado”. “Exatamente por ser esse tipo de contratação, com dispensa de licitação, deveria ter maior prudência. Se houvesse uma licitação e o escritório vencesse, não teria nenhum problema. Mas, como não houve concorrência, poderia ter contratado qualquer outro”, afirmou Abramo.

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