Desabafar

A palavra “desabafar ” é usada de modo inapropriado para qualificar o discurso do ministro Paulo Guedes.

Um alerta não é um desabafo, é um aviso.

Esses novos jornalistas demonstram a política educacional lamentável instituída no Brasil, também caracterizada pela falta de vocabulário, consequência da falta de leitura, ou pelo uso errado da acepção das palavras, além de estrangeirismos, que não passam de um vício de linguagem.

Fake news é notícia falsa. Mais nada.

Aqui no Brasil significa notícias verdadeiras que desagradam a esquerda.

O Ministério da Educação passou décadas recomendando livros para receber propinas de editoras.

As novas gerações nunca leram os melhores autores brasileiros, como Machado de Assis – e Monteiro Lobato é censurado.

Isso não acontece só no Brasil. Na Europa recentemente queimaram livros do Tim Tim e do gaulês Astérix.

É o admirável mundo novo, mais do que uma ironia, um descalabro totalitário e obscurantista.

Chamam os outros do que são e prendem quem dá opinião, enquanto soltam criminosos e chamam terroristas de manifestantes e manifestantes de fascistas.

Agora proibiram, a pedido de partidos de esquerda, evangelizar índios, ou seja, proibiram a livre escolha dos índios (o livre arbítrio) de aceitarem ou não Deus dos cristãos.

Mas os ídolos estão liberados.

Na realidade, os comunistas são satanistas, não são ateus.

Dito isso, recomendo vivamente o pronunciamento do Ministro Paulo Guedes, já considerado o melhor ministro da Economia do mundo, escolhido pelo Presidente Bolsonaro, achincalhado pela grande imprensa brasileira — mas enaltecido pela imprensa séria estrangeira e até pelo FMI. Infelizmente, em cerca de trinta anos de poder, a esquerdalha substituiu o mérito pela ideologia, mentes independentes pelas mentes “dóceis”, quando não cúmplices, jornalistas por marqueteiros marxistas, que trocaram a notícia pela propaganda e os fatos pela MENTIRA.

Foto: Google Imagens – Brasil 247

É a malfadada dialética do “iluminismo”.

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