Cuidado com o “Vendetta”

Quebra-cabeça que, montado, revela o que está por trás das atitudes do ministro da saúde, médico ORTOPEDISTA, sem tempo, como político, para praticar a profissão, que se recusou a usar o hidrocloroquina para combater o coronavírus, apesar dos resultados avassaladoramente positivos que vem alcançando no mundo inteiro, e a preferência por ventiladores. Conhecimento é poder. Informe-se por l’amour du ciel !!!

Foto: Google – Agência Brasil – EBC

Quem ainda confia na World Health Organization, em português OMS – Organização Mundial de Saúde? O diretor é um lacaio da ditadura chinesa. E o “Vendetta”, nosso Ministro da Saúde com S pequeno, mandou comprar bilhões da China em insumos para combater o vírus chinês.

Se não foi criado em laboratório, o coronavírus espalhou-se pelo mundo depois que a China chegou a prender médicos que denunciaram o vírus, destruiu amostras do vírus, censurou a internet e expulsou jornalistas dos jornais The New York Times, The Wall Street Journal e The Washington Post. E o governo chinês determinou ainda uma devassa sobre operações inclusive da Voice of America e da revista Time. A desculpa usada para o autoritarismo foi esfarrapada.

Curiosamente no mínimo, o vírus que felizmente não é tão letal quanto outros recentes, depois de ter provocado um outbrake que colocou Wuhan de quarentena horizontal, não chegou nem a Pequim nem a Shangai. Não houve lockdown nas duas cidades mais populosas da China. Alguém pode explicar esse “milagre”, já que o partido comunista chinês é ateu?

E o “Vendetta”, que está sendo lançado com estardalhaço como o próximo candidato a presidente em 2022, já que as chances do “doriana” e do seu aliado (ou cúmplice) do sepulcro “Caiado” foram para o brejo, segundo o jornal “Agora Paraná”, renovou um contrato de publicidade de R$ 1 BILHÃO, feito pela estocadora de vento.

Tem mais. Segundo matéria da Veja, de 21 de novembro de 2018,

“O deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), médico ortopedista, foi anunciado nesta terça-feira, 20, como o futuro ministro da Saúde do governo de Jair Bolsonaro (PSL). O nome foi anunciado pelo presidente eleito por meio do Twitter após reunião com representantes do setor.

De acordo com a proposta orçamentária do governo para 2019, Mandetta terá disponíveis 128,19 bilhões de reais, o segundo maior orçamento da administração federal, atrás apenas do Ministério do Desenvolvimento Social (745 bilhões de reais), que cuida da Previdência.

Ex-secretário da Saúde de Campo Grande (MS) entre 2005 e 2010, durante a gestão de Nelson Trad Filho, o futuro ministro responde a um inquérito aberto quando ele estava no cargo. Ele é investigado por fraude em licitação, tráfico de influência e caixa dois na implementação de um sistema de prontuário eletrônico. Antes de assumir a pasta, ele foi presidente da Unimed na capital sul-mato-grossense.

Auditoria feita pela Controladoria-Geral da União (CGU) em 2014 mostrou que, apesar de o pagamento pelo contrato estar praticamente finalizado, o sistema não havia sido instalado nas unidades de saúde. O parlamentar nega irregularidades.”

Tem mais ainda:

A extrema imprensa “esqueceu” de informar que, segundo matéria de 5 de março de 2020, em plena pandemia, o inquérito contra “Vendetta” por desvio de R$8,1 MILHÕES de reais foi enviado pelo STF para a Justiça Eleitoral, a garantia da impunidade. Blindaram-no.

Link para a matéria.

https://www.ojacare.com.br/2020/03/05/inquerito-contra-mandetta-por-desvio-r-81-milhoes-no-gisa-vai-para-a-justica-eleitoral/?amp&fbclid=IwAR3EJs1eKWZss_veorRFqFw4r-CRVyWC0Q2KPlSsfZaAm9LYq1aHef9u8-E#.XokxnSXR0SE.facebook

Last but not least, matéria da revista Exame noticia que

“O Ministério da Saúde informou nesta quinta-feira, 26, que “errou” ao afirmar em documento oficial enviado ao Ministério da Economia que precisaria de R$ 410 bilhões extras para enfrentar a pandemia do novo coronavírus no Brasil pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a assessoria da pasta, o valor correto é de R$ 10 bilhões. O jornal O Estado de S. Paulo revelou que a pasta enviou na última terça-feira, 24, um ofício assinado pelo ministro Luiz Henrique Mandetta relatando da necessidade de aporte de recursos. O documento foi encaminhado para o ministro Paulo Guedes.

Em nota, o ministério disse que colocou o número quatro onde deveria estar um cifrão. No documento, contudo, há um cifrão antes do número quatro. “Esclarecemos que, de fato, a cifra consta em documento preliminar enviado ao Ministério da Economia com vistas a negociação de empréstimo junto ao Banco Mundial. Porém, o valor está errado. Trata-se de um erro material. O valor estimado correto seria R$ 10 bilhões. O algarismo “4” foi escrito por engano – deveria ser um cifrão, que fica na mesma tecla do ‘4’. O erro passou despercebido na revisão do documento. O Ministério da Saúde solicitou ao Ministério da Economia na manhã desta quinta-feira a devolução do estudo para as correções devidas”, informou o Ministério da Saúde.

O Estado apurou que a nota foi elaborada após o presidente Jair Bolsonaro questionar o ministro Mandetta sobre o valor solicitado a Paulo Guedes. Bolsonaro tem minimizado a pandemia do coronavírus. Ele já disse várias vezes que trata-se de uma “gripezinha”. O discurso do Ministério da Saúde contraria o do presidente e, no documento, a pasta chega estimar que 10% da população brasileira pode ser infectada.

Apenas para estas internações, a equipe da saúde espera gastar R$ 9,3 bilhões. No documento enviado a Guedes, a pasta reconhece que a cifra é bastante subestimada.”

Alguma dúvida pelo motivo do “Vendetta” ter rompido com o Presidente Bolsonaro e estar trabalhando contra o governo com a desculpa esfarrapada de “salvar vidas”? E cá para nós para salvar muito menos de 1% da população destruir a vida de 99% pela fome, desemprego, falência e suicídios?

Chore. Você está sendo manipulado. Apoie seu Presidente, Jair Messias Bolsonaro, que está sendo atacado pela organização criminosa e, abertamente, por interesses chineses não-republicanos pelo Brasil.

Basta considerar as atitudes inaceitáveis do Embaixador chinês ao tentar censurar a liberdade de expressão de ministros e,parlamentares brasileiros, como se o Brasil já fosse um puxadinho do regime autoritário chinês.

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