Banestado não é coisa do passado

Gravíssimo! O escândalo do BANESTADO, que, ao que parece, não é coisa do passado. A listagem das contas CC-5 foi vazada pelo portal Duplo Expresso.

Em briga de facções pela tomada de poder, um lado revela os crimes do outro. E acaba cometendo autofagia (come a si mesmo). Assim, muitas verdades vêm à tona. Leia com atenção. É muito pior do que poderíamos imaginar.

Você sabia que segundo o site socialista — sim de esquerda — Nova Margem, “o escândalo do Banestado é até hoje o maior crime financeiro da história do Brasil, com mais de US$ 380 BILHÕES (sim, de dólares) em remessas monetárias ilegais – o que equivale a mais de US$ 600 bilhões em valores atuais e 30 vezes mais do que as maiores estimativas relativas à Operação Lava-Jato“ ? Link para a matéria. E não deixe de ler também outra matéria publicada no site da AEPET, a Associação de Engenheiros da Petrobras, também de esquerda.

Fiz um apanhado das informações contidas nas duas matérias:

O responsável pela apuração do caso Banestado foi o então juiz Sérgio Moro que, ao não anexar as provas no processo, absolveu todos os envolvidos citados:  ”Luís Roberto Barroso, atual presidente do TSE, Davi Alcolumbre, atual presidente do Senado, o senador do PSDB Tasso Jereissati e Luiz Cesar Fernandes, fundador do banco BTG Pactual“, entre outros. Não podemos esquecer de Rodrigo Maia, que foi o vice-presidente da CPI do Banestado.

O procurador da Lava-Jato Carlos Fernando de Santos Lima, hoje aposentado, cuja esposa trabalhava no Departamento de Abertura de Contas da filial do Banestado, em Foz do Iguaçu, onde surgiram as denúncias, também foi encarregado do caso, e “trabalhou para enterrar os dossiês produzidos pelos procuradores nova-iorquinos”.

Segundo a matéria da AEPET, “O Escândalo do Banestado (Banco do Estado do Paraná) surge em 1996 com a acusação de o doleiro Dario Messer ter desviado 228,3 mil dólares de uma conta da agência do banco em Nova York.”

“As contas CC-5 do Banestado, um meio legal de remessas monetárias apenas para pessoas jurídicas e estrangeiros, foram utilizadas de forma ilegal por brasileiros para enviar dólares para o exterior, possivelmente como forma de evadir tributos e de lavagem de dinheiro“.

“Abriu-se o caso envolvendo membros do Ministério Público, advogados, donos dos maiores órgãos de imprensa no Brasil, 526 pessoas físicas, a grande maioria de políticos de todos os partidos.

Uma CPI foi criada para investigar o escândalo. Ela teve como presidente o senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT), como vice-presidente o deputado Rodrigo Maia (DEM, na época PFL-RJ) e como relator o deputado José Mentor (PT-SP)  – também absolvido.

Apurou-se que o valor ilegalmente retirado do Brasil foi 281 bilhões de dólares, em valores atualizados, o que constituiu até então o maior crime financeiro de nossa história.

A fonte maior desta corrupção foram as privatizações do Governo Fernando Henrique Cardoso. Na área jurídica, o responsável foi o juiz Sergio Moro, que atendendo a requerimento do Promotor Carlos Fernando Santos Lima, cuja esposa, Vera Lucia era gerente da agência Foz do Banestado, não anexou as provas no processo, fazendo com que os envolvidos fossem absolvidos “por falta de provas” nas instâncias superiores.

Entre os absolvidos estava o próprio relator, José Mentor, o Ministro Luís Roberto Barroso, atual presidente do Superior Tribunal Eleitoral (STE), o atual presidente do Senado, David Samuel Alcolumbre (DEM-AP), e o senador Tasso Ribeiro Jereissati (PSDB-CE)… “

Nem sonhamos em chegar ao fundo do poço. Mais do que nunca precisamos apoiar o Presidente Bolsonaro.

Leia no link abaixo a matéria da Nova Margem

https://novamargem.com.br/2020/07/04/contas-banestado-expoem-visceras-rentismo/

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