A esquerda cansa

Para um notório cineasta ligado ao PSOL (parece até pleonasmo), ter cultura é ”ler Glauber Rocha”.

Sem querer, li essa notícia que alguém compartilhou. Que mundo pequeno o da cultura de esquerda no Brasil. Finge atacar o fascismo e o nazismo, mas defende ferrenhamente o comunismo. Como se fossem diferentes.

A esquerda deve acreditar que o estuprador de cabras leu 40 livros na prisão. E esquece que show é business e não deveria receber nem um centavo do dinheiro de impostos para tentar doutrinar o povo, careca de saber que está sendo empulhado.

Obrigam por LEI os cinemas a passarem suas “produções” só para dar prejuízo, porque as salas ficam vazias. E mesmo com salas vazias têm o bolso cheio com Lei Rouanet, sem prestar contas. Acham que o Brasil ainda é uma ditadura bolivariana disfarçada.

É gente que não lê nem outdoors, confunde cultura com pornografia, acha que talento é intrínseco à escatologia (utilização ou gosto por expressões ou assuntos relacionados com fezes ou obscenidades [Priberam]) , que manifestação política é atacar o cristianismo de forma torpe enquanto defende o Islã , que atraso é progressista, ditadura de esquerda é democracia e por aí vai.

Esquecem que vão ser varridos pelo voto nas próximas eleições e que o Presidente Bolsonaro vai nomear dois novos ministros do STF, até 17 novos cargos de desembargadores do TRF2 e do TRF5 e cerca de 90 juízes no seu primeiro mandato.

O Brasil vai dar um salto de qualidade e competência. Será desratizado e poderá tornar-se o país mais rico e justo do mundo.

É só deixar o governo trabalhar, sem os inimigos que torcem contra e só querem a “pátria grande”.

Esses vão dar com os burros n’água. E não esqueceremos quem são.

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