A denúncia-crime contra o Presidente

O TSE mandou denúncia-crime contra o Presidente Bolsonaro diretamente para o ésse tê éfe, sem passar pelo Ministério Público, acusando-o de ter vazado a investigação “sigilosa” do inquérito da PF a respeito da invasão em 2018 do código fonte das eleições, que três presidentes do TSE não divulgaram.

Foto: Google Imagens – Brasil de Fato (meramente ilustrativa)

O delegado encarregado da investigação, que não foi para frente porque o TSE destruiu as provas “por descuido”, segundo a imprensa, foi convidado por Fux para ser seu assessor especial, depois de passar pelo TSE e trabalhar com quem deveria estar sendo no mínimo investigado.

A divulgação da invasão deve ter irritado um certo ministro, que afirmou para o mundo inteiro ouvir, que no sistema eleitoral brasileiro as urnas, com mais de trinta camadas de proteção eram “impenetráveis”.

Ou seja, a maior mentira, porque o hacker ou os hackers, acessaram continuamente o sistema “mais seguro do mundo” durante SETE MESES: antes, durante e depois das eleições de 2018.

Isso porque nada se sabe ainda sobre a invasão de 2020.

No meio da apuração o sistema foi invadido e passou cerca de três horas fora do ar.

Como o responsável na colenda corte do inquérito ilegal das fake news (fake news não é crime tipificado no código penal, ainda por cima) é também ministro do TSE, e a denúncia sem valor jurídico porque não passou pela PGR (mais uma) foi assinada por todos os membros do TSE, gostaria de saber se o Alexandre de Moraes assinou a denúncia duas vezes: a primeira para enviá-la do TSE e a segunda para recebê-la STF.

Só por curiosidade, porque não sou advogada, sou jornalista.

Notícias Relacionadas

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *