9 de agosto de 2022
Lucia Sweet

Imagem: Arquivo Google – R7

A má notícia, para quem mora no Rio de Janeiro, é saber que a ALERJ empossou ontem 5 presidiários.
Apesar de eu achar inacreditável uma coisa dessas, não deveríamos ficar tão espantados. O atual presidente da ALERJ, o André Ceciliano do PT, adora um presidiário. Literalmente (e não se trata de uma boutade [um tirada espirituosa ou engraçada]). Os assessores dele movimentaram cerca de R$ 50 milhões, detectados pela Coaf. Mas não foi investigado. É o campeão!
Quanto a presidentes, governadores e outros políticos presos, eu achava uma vergonha eles estarem soltos.
Trecho da matéria da Folha: As cadeiras de André Corrêa (DEM), Chiquinho da Mangueira (PSC), Marcus Vinicius Neskau (PTB), Luiz Martins (PDT) e Marcos Abrahão (Avante) estavam vazias desde que a nova legislatura que foi empossada, em fevereiro.
​Todos tombaram em novembro, na operação Furna da Onça, responsável pelo pedido ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) que detectou movimentações atípicas nas contas de assessores de 21 deputados da Alerj, incluindo o senador Flávio Bolsonaro (PSL) — que não foi alvo da investigação e nega participação em irregularidades”.
PS: A Folha esqueceu de citar os outros 20 deputados, inclusive o presidente da ALERJ, o Carlos Minc, deputados do PSOL, PT, DEM, etc cujos funcionários movimentaram dezenas de milhões de reais. E estão livres, leves e soltos.

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Jornalista, fotógrafa e tradutora.

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