Resumo interessante de alguns dos Ministros do STF

Imagem: Arquivo Google – Jornal O Tempo

STF bolivariano rasga a Constituição e usa ilegalmente poder de polícia para mandar investigar (o que não lhe cabe) quem fala mal do STF nas redes. Acho que vai ter de mandar prender todo mundo. Alguns fatos interessantes (e extremamente resumidos) sobre alguns dos ministros do atual STF:
Alexandre de Moraes (que comanda o inquérito, a mando do Toffoli): seu nome “aparece no Tribunal de Justiça de São Paulo como advogado em 123 processos da cooperativa Transcooper, investigada sob suspeitas de envolvimento em lavagem de dinheiro e corrupção para beneficiar o PCC.
Toffoli: Além de ter sido reprovado duas vezes em concurso para juiz, e de ter mandado soltar José Dirceu, pulando instâncias, “Conforme consta em seu currículo, divulgado no site do STF, o ministro foi assessor jurídico da liderança do PT na Câmara dos Deputados entre 1995 e 2000. Além disso, também foi advogado do partido em três campanhas presidenciais de Lula (1998, 2002 e 2006). Em sua sabatina no Senado, o então Advogado-geral da União confirmou que atuou como advogado do ex-presidente… Já sua ligação com José Dirceu retoma a 2003, quando assumiu a subchefia de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, então ocupada por Dirceu.”
Barroso: “Luís Roberto Barroso foi advogado do italiano Cesare Battisti. Enquanto ainda era chefe da firma carioca que levava seu nome, desfeita após assumir vaga no Supremo em 2013, Barroso representou Cesare Battisti no STF em 2011. Dois anos antes da indicação dele pela então presidente Dilma Rousseff (PT), a Corte julgou se o ex-ativista italiano permaneceria exilado no Brasil. Por seis votos a três, o STF manteve a decisão do ex-presidente Lula de negar a extradição de Battisti. Barroso foi responsável por sua defesa no tribunal em junho daquele ano.”
Facchin: Fachin apoiou a candidatura de Dilma à Presidência em 2010 em vídeo postado na internet durante o segundo turno da campanha, como representante de um grupo de juristas que apoiava Dilma. “Em 2008, Fachin assinou um manifesto de apoio ao MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), na época alvo de uma ofensiva do Ministério Público do Rio Grande do Sul. O documento defendia como “atos legítimos” as invasões de terra, descritas como “ocupações reivindicatórias”.
Marco Aurélio Mello: Em março de 2014, Letícia Mello, sua filha, foi indicada pela então presidente Dilma para o cargo de desembargadora do Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região, que abrange o Rio de Janeiro e o Espírito Santo. Letícia foi a advogada mais votada em uma lista tríplice enviada pelo tribunal à presidente. Ela foi a escolhida entre dois candidatos mais experientes.
Gilmar Mendes: Guiomar Mendes, mulher do ministro, faz parte do escritório de advocacia de Sérgio Bermudes. Seu nome está, inclusive, presente no quadro de membros do site da empresa. O escritório tem como clientes algumas das maiores empresas do país e pessoas conhecidas no cenário nacional, entre elas o ex-bilionário Eike Batista. Em abril do ano passado, esta ligação indireta foi questionada quando o ministro concedeu habeas corpus a Eike, então preso em Bangu, no Rio de Janeiro, para cumprir prisão domiciliar. Quatro meses depois, o STF concedeu liberdade ao empresário.
Celso de Mello: O livro “1968, o que fizemos de nós”, do jornalista Zuenir Ventura, revela que José Dirceu, acusado de ser o “chefe da quadrilha” do mensalão, e que o ministro do STF Celso de Mello eram colegas; “Em 1968, José Dirceu e Celso de Mello moravam numa república de estudantes em São Paulo”. Já o livro “Dirceu, A Biografia“, de Otávio Cabral, que foi editor-executivo da Veja, conta que Zé Dirceu e Mello , em 1964, eram colegas de quarto no bairro da Liberdade. Na época Mello estudava direito. O ministro nega. E a página do livro, que eu cheguei a ver, sumiu da internet.
Lewandowski: dizem que Marisa Letícia, que aparece como “doméstica” na certidão de casamento, trabalhou para a família de Lewandowski. Essas informações também desapareceram e matéria da Cristiana Lobo em upgrade, diz que a mulher do Lula era “amiga” da mãe do hoje ministro.
PS.: depois de casar-se com lula, Marisa nunca mais trabalhou, mas amealhou uma fortuna em bens, além de receber uma pensão, ninguém sabe de onde. Mas isso não vem ao caso aqui neste post).
Fontes: Folha, UOL, O Tempo, etc.

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