24 de maio de 2022
Joseph Agamol

Quem sou eu… além…

 
Não sei se vocês sabem mas eu, além de ser um cara que escreve…
… sou também formado em Biologia pela Universidade de Valfenda.
Lá estudei com o famoso professor John Fogerty, que me indicou para uma especialização em ornitologia no célebre Instituto Ornitológico Hitchcock.
Fui aluno dos especialistas em aves tropicais do cerrado, os renomados professores David Coverdale M.D. e Richard Starkey.
Em minha cidade as aves silvestres pululam, e temos ótimos pontos de observação dos pássaros – me sinto aquele observador de aves do desenho do Pica-Pau, lembram?
Baseado em minha formação acadêmica e em minha experiência empírica, acredito que está se processando uma modificação no comportamento de algumas espécies passeriformes.
Por exemplo: os prosaicos quero-queros.
Anteriormente, os quero-queros eram perfeitos símbolos da chamada família tradicional brasileira: uniam-se em pares, formados para toda a vida. Na mitologia da civilização Ciméria, os quero-queros eram representados no brasão dos reis hiperbóreos, significando as uniões indissolúveis.
Como a foto abaixo prova, os quero-queros estão rompendo com a careta, cafona e démodé sociedade monogâmica: agora são adeptos do poliamor e os casais estão sendo substituídos por novas estruturas familiares, como o menage à trois.

Inclusive, considero não ser mais de bom tom referirmo-nos a eles como “quero-queros”.
A forma recomendada agora, para adequar-se aos novos tempos, é “querx-querx”.

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Professor e historiador como profissão - mas um cara que escreve com (o) paixão.

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