“Quatro pernas bom, duas pernas ruim!”

Esse era o grito das ovelhinhas de “A Revolução dos Bichos”, de George Orwell, até hoje a sátira mais certeira a todos os regimes totalitários.

Imagem: Google – Conhecimento CIentífico – R&7com

As ovelhinhas eram os mais estúpidos animais da granja onde os porcos tomaram o poder. Foram treinadas para, ao menor sinal de discordância, calar, com seus berros, a voz dos que protestavam.

“Quatro pernas bom, duas pernas ruim!”

Tenho pensado muito em Orwell e suas obras mais famosas, “A Revolução dos Bichos” e “1984”. Isso não é bom. E não é bom porque podemos observar sua obra sendo reproduzida aqui, ao vivo e a cores, na nossa Crapulândia, a maior reserva natural de crápulas do mundo.

As ovelhinhas de Orwell me vieram à mente quando vi o movimento organizado contra o jovem Coppola – não, não o Francis Ford nem seu sobrinho Nicholas, mais conhecido pelo sobrenome Cage, mas o Caio.

E o modus operandi do tal movimento organizado age assim: primeiro os crápulas-mores emitem o sinal, que chega ao médios crápulas, que o reproduzem até chegar aos crapulinhas que atuam principalmente via redes sociais – protestando contra o improtestável, difamando o indifamável, atacando o inatacável.

São as ovelhinhas de Orwell.

Essa gente defende a diversidade e a pluralidade – de ocasião e de conveniência, pois não toleram o menor sinal de opinião que contrarie sua visão do mundo ideal.

Perfeito e imaculado como o pelo das ovelhinhas de Orwell.

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