Perfil de um esquerdista carioca


É um experimento científico de certa monta traçar o perfil de um esquerdista carioca.
Em que pese o fato de a Cidade Maravilhosa não possuir mais o protagonismo de outrora, ainda assim, tendo sido palco do proto-socialismo brasileiro, mantém certa relevância que nos permite dizer que, se algo não dá certo no Rio, com certeza será exportado para o resto do país.
Não veem o que o Rio fez com o Carnaval de Sampa?
Feito esse desinteressantíssimo preâmbulo, vamos ao perfil do esquerdista carioca.
1 – adora a Lapa, considerada pelo EC como o lugar mais democrático do Rio, onde “gentes de todas as tribos e bairros se encontram”.
Mas isso é só fachada: no fundo, tem nojinho de pobre e nunca põe os mimosos pezinhos na Baixada Fluminense e nas favelas da Maré, por exemplo.
2 – embora seja abundante na zona sul como um todo, seu habitat principal é formado pelos bairros de Laranjeiras, Jardim Botânico e Humaitá.
Também são frequentes na região do Méier e Tijuca – cujos habitantes se consideram “a zona sul da zona norte”.
Gente besta pacas, pra resumir.
3 – a maioria dos EC diz publicamente que torce pelo Flamengo, em busca de um verniz popular.
Secretamente, porém, são admiradores do Fluminense e do Botafogo.
Atualmente uma nova vertente nutre profunda admiração por Cristiano Ronaldo e afirma o supra-nacionalismo do futebol.
4 – todo EC é admirador entusiasmado da infame banda Los Hermanos, considerada pelos esquerdistas cariocas como o must do cool.
Na verdade, se alguma música pudesse ser usada como matéria prima para supositórios de glicerina contra constipação, sem dúvida seria uma do Los Hermanos.
5 – esquerdistas cariocas se recusam a chamar os americanos de americanos, preferindo a tosca alcunha de “estadunidenses”.
Faça o teste: em uma conversa com um carioca suspeito de esquerdismo, induza-o da seguinte forma:
“Você não acha que os americanos…”
O suspeito se revelará, corrigindo-o: “não, os ESTADUNIDENSES…”.
6 – esquerdistas cariocas apresentam aversão às vogais A e O, substituindo-as por X.
Em vista disso, sua escrita vem se tornando tão ininteligível quanto o alfabeto cirílico.
7 – por último e não menos importante: os ECs costumam iniciar suas falas com “não sou petista, maaaaaaaaaas…”.
8 – para fechar o diagnóstico: se um amigo seu der para substituir palavras corriqueiras por “golpe” (exemplo: o chocolate custa dez golpes), não tenha dúvida: você está diante de um típico EC – ainda que ele negue…

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