O verão interminável de Ann-Margret

Ann-Margret pertence a uma categoria diferente de beleza: não a beleza singular ou rara que tem seu representante supremo em Audrey Hepburn, nem a aristocrática e principesca que Grace Kelly personificou de forma única.
Ann-Margret é a beleza em seu estado puro, primordial, atávica.
Ver uma imagem de Ann-Margret traz sensações quase palpáveis de coisas e sentimentos bons, puros, sublimes.
Um Verão sem fim, aos 15 anos, com amigos e os primeiros amores. A primeira vez em que se provou um fragmento de chocolate suíço e a expressão de felicidade e surpresa ao senti-lo liquefazer na boca. Ou contemplar o primeiro raio do Sol quando ele se descobriu um astro capaz de gerar vida em outros planetas.
Em um admirável novo mundo cada vez mais feio e vil, onde feiura e vileza se tornaram novos valores distorcidos, a imagem de Ann-Margret é a prova insofismável de que Roger Scruton estava certo.

A Beleza é necessária. Importa.
Cada vez mais.
Que a vida seja repleta de momentos Ann Margret dançando com Elvis.
Fotos: cena do filme Viva Las Vegas e Hulton Archive)

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