A ministra Damares e os nematelmintos

Damares Alves, indicada pelo presidente eleito Jair Bolsonaro para o ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos.
Brasilia – Foto: Sérgio Lima/Poder360

Todos os ministros de Bolsonaro – eu disse TODOS, amigos e vizinhos – sofrem, desde que tomaram posse, aliás, desde que foram indicados, as mais agressivas campanhas contra suas atividades. Isso não é novidade.

Mas, de todos, talvez a que suporte a mais suja, sórdida, vil e mendaz das campanhas seja a ministra Damares.

Dela, não respeitaram nada.

Sua fé, sua aparência, sua formação, até sua infância de abusos e sofrimentos foi desprezada e usada da forma mais torpe com fins unicamente políticos.

Não há praticamente um dia sequer em que não a ataquem, difamem, humilhem. Ela não tem paz.

A mais recente onda de bullying virtual contra a ministra se deve à uma simples sugestão:

Que, talvez – TALVEZ – os jovens pudessem esperar um pouco mais para iniciar sua vida sexual.

Só isso.

Uma SUGESTÃO.

Não terá força de lei, não haverá fiscais inspecionando transas de ninguém, as outras campanhas contra DST’s e gravidez precoce entre adolescentes serão continuadas normalmente.

À tanta ofensa e tanta vileza, tanto amargor e ressentimento, Damares responde apenas com o nobre silêncio.

Quem voa sobre os montes como as águias não frequenta os pântanos morais onde vicejam os nematelmintos.

(Me perdoem os nematelmintos)

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