A Era da Histeria – parte II

Na imagem, a atriz Rosario Dawson, que passou por um processo de “cancelamento”,
em foto de Greg Kadel
A mente revolucionária, ao contrário do fervor quase religioso – diria mesmo “inquisidor” – com que prega a “diversidade”, não convive bem com a diferença.
O que, aliás, é bastante coerente com sua doutrina, que busca a padronização do mundo – segundo suas leis e ainda que por paradigmas rarefeitos e limitados.
Uma pessoa que ama a Liberdade consegue conviver com pensamentos e falas que divergem do seu próprio.
Para os seguidores da seita revolucionária, ao contrário, o pensamento que divirja da sua visão de mundo deve ser silenciado – jamais deve vir a público e, caso venha, é imperioso que sua voz seja calada.
Para a mente revolucionária, a Liberdade deve ser sacrificada no altar do Bem de todos.
Mesmo que esse Bem seja tudo, menos o Bem – e muito menos desejado por todos.

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