8 de agosto de 2022
Colunistas Joseph Agamol

Os U.S.A. são a última defesa do mundo civilizado contra a barbárie

Foto: Frauke Wichman

Em vários momentos na História, a barbárie esteve a um passo de vencer a civilização.

480 anos antes de Cristo, um punhado de 300 guerreiros de elite espartanos, comandados pelo rei Leônidas, enfrentou o gigantesco exército persa, com efetivos calculados entre 70 e 300 mil homens, na famosa batalha de Termópilas.

Morreram todos – mas sua resistência feroz e heróica atrasou a expansão dos persas, permitindo às outras cidades gregas ganhar tempo para se organizar e, alguns anos depois, derrotar os invasores.

A vitória dos gregos sobre os persas representou a salvação dos ideais da democracia grega – que, com a vitória dos persas, provavelmente teriam desaparecido no tempo.

No ano de 732, o avanço dos exércitos mouros sobre a Europa foi contido por Carlos Martel, rei dos francos, na Batalha de Poitiers.

Se Carlos tivesse fracassado, os invasores teriam conquistado a França e a Inglaterra. Provavelmente, nesse caso, a cristandade não teria sobrevivido. O Renascimento e a base do mundo moderno não teriam sequer existido.

Poucas batalhas são lembradas mais de mil anos depois que ocorreram, e essa lembrança dá a real medida da importância do sacrifício de milhares e milhares de homens desses povos heróicos nas Termópilas e em Poitiers.

Hoje, quem luta pela Liberdade, pela Civilização e por tudo que consideramos bom e justo faz aniversário.

Os Estados Unidos são os legítimos herdeiros da tradição de luta dos seres humanos quando seu mundo corre perigo e sofre ameaça. É graças a todos eles que estamos aqui.

Deus salve a terra dos homens livres e o lar dos bravos.

Feliz 4 de Julho.

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Professor e historiador como profissão - mas um cara que escreve com (o) paixão.

1 Comentário

  • RACHEL ALKABES 10 de julho de 2022

    CONCORDO TOTALMENTE !!! PARABÉNS!

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