
A notícia de maior repercussão na mídia internacional foi o rocambolesco roubo no domingo 19 de outubro no Museu Louvre, em Paris, o mais visitado do mundo.
Bastaram 7 minutos para surrupiarem as joias inestimáveis da realeza francesa, avaliadas em R$ 550,3 milhões, pelo curador do museu. Já roubaram mais de R$ 2,7 bilhões de obras de artes do Louvre.
A notícia mais celebrada na mídia nacional foi a última viagem de Lula 3 para o encontro com Donald Trump na Cúpula da ASEAN, na Malásia. Completou o recorde de 100 viagens internacionais e de 100 dias fora do Brasil.
Lula, antes do encontro pessoal com o “imperador do mundo”, antecipara não haver divergências, que não pudessem ser resolvidas “olho no olho”.
Durante as negociações, carregou nos ombros a crise institucional dos três Poderes e o escândalo do INSS, corroendo a sua popularidade na disputa de um 4º mandato, anunciado na ASEAN. Depois se arrependeu da bravata “Não tenho voto lá”.
Se o roubo do Louvre foi um evento esporádico, o rombo na Previdência Social brasileira vem sendo praticado por décadas pela omissão e negligência dos governos petistas, lesando milhares de aposentados e pensionistas do INSS.
As noticia mais aguardadas são as que advirão do “cordial abraço” de Trump no 1º encontro presencial na Malásia, tendo sido Lula contemplado, por uma futuróloga pesquisa, que o apontou como o “imbatível candidato no 2° turno em 2026”.
Enquanto prosseguem as negociações de alto nível para a derrubada do tarifaço de 50% nos produtos brasileiros, ecoa ainda a resposta dada por Trump, ao lado de Lula, à jornalista da Globo que perguntou sobre Bolsonaro. Trump respondeu rispidamente: “Não é da sua conta!”.
Tudo bem, mas os 213,4 milhões de brasileiros querem saber se continua em pauta o apoio dos Estados Unidos ao ex-presidente Bolsonaro.
Que Deus proteja o efetivo reatamento das relações diplomáticas e comerciais de mais de 200 anos com os Estados Unidos, trazendo reais benefícios para o Brasil.

