
Hoje, as palavras “preocupação” e “preocupante” são as mais banalizadas na mídia, nas ruas, nos bares e nos lares.
O Artigo 2º, § 3º da Carta da ONU prescreve que : “Todos os membros deverão resolver suas controvérsias internacionais por meios pacíficos, de modo que não sejam ameaçadas à paz, à segurança e à justiça internacionais”.
No início de 2026, as preocupações mundiais se adensam com as recentes invasões militares: a americana contra a Venezuela com a captura do seu presidente e o bombardeio russo de misseis, deixando a capital Kiev, sem calefação num inverno de 17º negativos.
São preocupantes as contínuas ameaças de invasões, ´como a da Groelândia.
Como membro da ONU, o Brasil sempre honrou a histórica defensa da Paz.
Mas, é cada vez mais preocupante a ditadura petista, que se mantém no poder pelo charlatanismo de promessas eleitoreiras não cumpridas, além da violação dos direitos humanos em vingativas perseguições contra adversários políticos, em especial o ex-Presidente da República, Jair Bolsonaro.
No entanto, o mais grave é a sequência de escândalos, que se explodem no desgoverno Lula.
O Planalto e a Secom não conseguem mais silenciar a onda de protestos contra as fraudes de R$ 18 bilhões no INSS, vitimando 4 milhões de pensionistas e aposentados.
Em janeiro de 2024, o prejuízo dos Correios era de R$ 597 milhões. O rombo previsto é que chegue, em breve, a R$ 10 bilhões como o maior déficit da história da estatal.
Porém, o caso mais escandaloso é o da liquidação extrajudicial do Banco Master, cujo volume das fraudes bancárias ultrapassariam os R$ 12 bilhões.
Avolumam-se as suspeitas de que três ministros do STF queiram desativar a liquidação. O escritório de advocacia da esposa de um Supremo Ministro é quem defende o banco Master, recebendo honorários mensais de R$ 3,6 milhões, como revelou O Globo,.
Tudo acontecendo na maior impunidade num governo que se arvora defensor dos pobres.
Que Deus proteja o Brasil dos usurpadores do poder e da Justiça.

