
– “Quando a injustiça se torna lei, a resistência se torna um dever e uma obrigação moral de resistir ao governo tirânico.” – proclamou o Presidente americano Thomas Jefferson.
Em 1º janeiro de 2023, um ex-presidiário, condenado por corrupção, foi empossado Presidente da República do Brasil.
Com dois anos e meio de desgoverno, o atual mandante instaurou a ditadura de camisa vermelha e agora pretende concorrer pela 7ª vez ao cargo presidencial.
Com os ensaios da campanha eleitoral petista nas ruas e na mídia, policiais penais vigiam 24 horas por dia a casa do ex-Presidente Bolsonaro com carros na porta e acessos controlados na portaria do condomínio pelo ameaçador “risco de fuga” do custodiado.
Além do monitoramento integral, foi ordenado colocar policiais na parte interna da casa. Com os protestos nas redes sociais e congressuais, a vigilância ficou só fora da residência.
A ex-primeira-dama Michelle, após o aprisionamento do marido, afirmou que “os dias ruins são um desafio, ter de aguentar as humilhações da perseguição e as incertezas. Mas não tem nada. Nós vamos vencer. Deus é bom o tempo todo.” (Instagram)
Nunca um titular da Procuradoria-Geral da União foi reconduzido, antes do fim do mandato. Mas, Lula fez questão de antecipar a sua recondução na PGU durante o julgamento no STF.
Quis que a imaginosa narrativa jurídica da PGU se tornasse decisiva na “exemplar” punição do réu e “dos cabeças do núcleo da tentativa de golpe de Estado”, e pudesse o “Washington Post” divulgar como funciona a politização da Suprema Justiça no Brasil.
Na incertitude do depois da suprema condenação, a esperança continua sendo que se restaure, sem tardança, a dignidade e a respeitabilidade da Nação soberana e democrática. E que o atual governo ditatorial seja condenado num tribunal penal internacional por corrupção e pelas “desproporcionais” perseguições e violações dos direitos humanos.
Que no horizonte de 2026, Deus restaure o intenso tremular da bandeira do Nosso Brasil.

