O fanatismo que mata

Imagem: Google Imagens – DAGOBAH – Inteligência Democrática

Num país da América Latina, um determinado candidato que tinha muito apoio popular conseguiu vencer uma saga de anos de alternância no poder. As pessoas comemoravam. Seriam libertadas das amarras do comunismo. Poderiam assim reconstruir o país e voltar à prosperidade.

Ao longo dos anos, o dito presidente fez uma administração exemplar priorizando ações que beneficiavam o povo. A pobreza foi reduzida de 50%, para 28%. O sucesso levou-o à reeleição. Tentaram aplicar golpes para retirá-lo do poder.

O presidente passou a ter forte relevância política na América Latina e no mundo sendo considerado um grande estadista e imitado por muitos.

Como militar de carreira sabia da importância de manter o Exército ao lado dele para inibir qualquer iniciativa antidemocrática.

O sucesso foi tanto, que o presidente, no seu leito de morte, garantiu o pupilo dele como sucessor.

Quando todos pensavam que o sucesso ia continuar veio a decepção e, enfim, a verdade foi revelada. Tudo não passava de um grande plano de comunização e o povo caiu feito patinho na barraca de tiro.

Foi assim na Venezuela de Hugo Chávez e Nicolás Maduro.

A cegueira do fanatismo leva o povo a concentrar esforços num posicionamento fixo.

A avaliação do cenário e as intenções por trás do próprio cenário são esquecidas.

É preciso ficar atento aos detalhes e até onde é o limite do excesso.

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